***O BRASIL DEFINITIVAMENTE NÃO É UM PAÍS SÉRIO***.

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Sexta-feira, Dezembro 11, 2009

E por falar em merda....



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"Eu quero saber se o povo está na merda e eu quero tirar o povo da merda em que ele se encontra", afirmou o Presidente Sebento em um discurso na capital do Maranhão.
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As caganeiras verbais do Sebento, já não me causam mais espanto. O índice de 2.500% de"popularidadji" du homi, está causando um fenômeno muito comum no cerumano. O "se achismo".
O Sebento está se achando "o cara", e com isso passou a extrapolar todos os limites do bom senso, e dos protocolos, faz discursos obtusos, é agressivo, falastrão, fanfarrão, e idiota.
A merda em que o povo se encontra não é bem a mesma merda que o Sebento se refere.
A merda que o brasileiro está vivendo sem educação, sem cultura, sem saúde, sem perspectiva, a não ser as bolsas miséria, não fazem de um brasileiro cidadão. Tornam-os, apenas reféns de um jogo político de MERDA que troca comida por voto. Que transforma o coitadinho em peça do jogo eleitoral.
Que faz do brasileiro preguiçoso, um brasileiro vagabundo e encostado, que não questiona o poder para não perder os benefícios.
Faz discursos no palanque de Roseana Sarney, a mesma, que ele e seu partido denunciaram há algumas eleições passadas, a mesma, que ele jurou e fanfarroneou em um discurso no mesmo Maranhão que jamais estaria ao lado de gente como essa.
E agora o que vemos?
Protege os ex inimigos, abraça Collors, Renans e Malufs, faz pactos com Tumas e Temers, diz que o Severino Cavalcante é um ótimo político, se alia ao inimigos históricos, nunca sabe de nada, nunca vê nada, não se posiciona jamais.
É alinhado com ditadores Bolivarianos, diz que a Venezuela é uma democracia e não reconhece as eleições em Honduras.
Dá abrigo à terroristas condenados, e extradita boxeadores que só tentaram fujir de uma ditadura.
É uma MERDAMORFOSE ambulante de uma ambiguidade impar.
É um palhaço no picadeiro, mente constantemente, e agora deu para falar merda literalmente.

Quer porque quer, eleger a Sinistra Dilmá, mesmo contra a vontade dos seus baba-ovos, quer mostrar ao mundo que quem manda nesta MERDA é ele, e nós cidadãos, não passamos na verdade, de uns MERDAS.


Diante de um mandatário desse naipe só posso dizer....

PRESIDENTE SEBENTO, VÁ À MERDA!!!!!

Quinta-feira, Dezembro 10, 2009

Botox Card. O Cartão da Mocréia feliz.

Neste Natal, faça uma Mocréia feliz.
Dê para ela um BOTOX CARD.
O Cartão Corporativo da mulher PTralha

Mais um produto.
Helena Frankenstein cosméticos.
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Terça-feira, Dezembro 08, 2009

Imagem bizarra.



APENAS LIXO.

Segunda-feira, Dezembro 07, 2009

A MOÇA, A SAIA, A "FACULDADE"

Recebido por E-Mail.
Flávio Gomes
SÃO PAULO (é o fim) – Fiz faculdade entre 1982 e 1985. Faculdade de riquinho, FAAP. Não havia sinal de movimento estudantil ali. Na verdade, com o fim da ditadura, a eleição de Tancredo e a perspectiva de diretas em 1989, o movimento estudantil se enfraqueceu e, sendo bem sincero, foi sumindo aos poucos. Minha atividade mais próxima da subversão foi vender sanduíches naturais para arrecadar dinheiro para uma festa das Diretas.
Hoje, as entidades representativas dos estudantes servem para emitir carteirinhas para a turma pagar meia-entrada em shows e no cinema. Sem um inimigo claro, que no caso das gerações imediatamente anteriores à minha era o governo militar, ficamos sem ter do que reclamar. Porque, no fundo, por conta da politização desses movimentos todos, a questão educacional foi colocada de lado por muitos anos, e deixou de ser prioridade.
Já como repórter, cheguei a cobrir algumas confusões na USP na segunda metade dos anos 80. Sem querer simplificar demais, mas recorrendo ao que minha memória me permite lembrar, o tema central era o aumento do preço do bandeijão nos refeitórios da universidade. Deu greve e tudo. Muito pouco. Ainda mais porque, como se sabe, boa parte dos que conseguem chegar à USP vêm de escolas particulares, e o preço do bandeijão não chegava a afetar seriamente o orçamento de ninguém.
O caso dessa moça de minissaia da Uniban poderia ser um bom motivo para despertar algum tipo de reação na molecada. De repúdio aos que ofenderam a menina, de reflexão sobre os rumos da universidade, de protesto contra sua expulsão, de perplexidade com o recuo da reitoria por razões obviamente mercantis.
Reitoria… Era palavra respeitada, antigamente. Hoje, os reitores dessas espeluncas mal falam português. A transformação do ambiente universitário em quitandas que vendem diplomas é assustadora. E os estudantes são coniventes. Não exigem ensino de qualidade, compromisso com a educação, PORRA NENHUMA. Querem se formar logo, se possível pagando pouco, e dane-se o mundo.
Fico espantado ao observar como pensa e age essa juventude urbana entre 18 e 25 anos. São fascistóides, hedonistas, individualistas, retardados ao cubo. Basta ver o perfil da menina da minissaia no Orkut. Uma completa debilóide, mas nada diferente, tenho certeza, de seus colegas de faculdade (vejam as “comunidades” às quais ela pertence; coisas como “Gosto de causar, e daí?”, “Sou loira sim, quem me aguenta?”, “Para de falar e me beija logo”, coisas do tipo). O que, evidentemente, não dá a ninguém o direito de fazer o que fizeram com ela. Até porque são todos iguais, idênticos, tontos, despreparados, sem noção.
Aí a Uniban expulsa a menina, dizendo que os alunos que a chamavam de “puta” e queriam bater na coitada estavam “defendendo o ambiente escolar”. PUTA QUE PARIU! Como é que pode? Como podem adultos, “educadores”, que teoricamente têm um pouco mais de neurônios em funcionamento, reduzirem a questão a isso? E criticarem a menina porque ela se veste assim ou assado, anda rebolando, “se insinua”?
PIOR: muitos, mas muitos mesmo, alunos defenderam a expulsão. Acham que a menina é uma vagabunda que provoca os colegas. Bando de animais, intolerantes, sádicos, hostis, agressivos. Eu nunca deixaria um filho meu estudar numa universidade frequentada por esse tipo de gente e dirigida por cretinos do naipe dos que assinaram a expulsão e, depois, revogaram-na sem revelar o motivo — aquele que nunca será admitido, o prejuízo à imagem dessa porcaria de empresa, sim, empresa, e das mais lucrativas, porque chamar um negócio desses de “universidade” é desmoralizar a palavra.
O Brasil está fodido com essas gerações que vêm por aí. Um caso desses, que poderia trazer à tona discussões importantes sobre o comportamento dos jovens, suas angústias, seus rumos, resume-se ao tamanho da saia da moça e ao seu comportamento “inadequado”, seja lá o que for isso. A educação, neste país, tem sido negligenciada de forma criminosa há décadas. O governo poderia começar a limpar a área por essas fábricas de diploma, que surgem aos montes sem que ninguém se preocupe com o tipo de gente que está à frente delas.
O que se vê hoje, graças a essas faculdades privadas de esquina, sem história e princípios, é uma população cada vez maior de “nível superior” sem nível algum. Um desastre completo. Gente que não pensa, não argumenta, não lê, não raciocina coletivamente, se comporta como gado raivoso, passa o dia punhetando no Orkut e no MSN, escreve “aki”, “facu”, “xurras”, “naum”, “huahsuahsua”. Um bando de tontos desperdiçando os melhores anos de suas vida com uma existência vazia, um vácuo intelectual, sob o olhar perplexo de gerações, como a minha, que um dia sonharam em fazer um mundo melhor e, definitivamente, não conseguiram.
Somos todos culpados, no fim. Me incluo.

Este texto foi postado justamente por que este blogueiro pensa exatamente da mesma maneira.

Mais uma geração perdida....
O Brasil será entregue a jovens burros,cretinos, vândalos, drogados, bêbados e alienados.
E quem discordar de minha opinião, que veja as imagens de ontem nos estádios de futebol.
E é isso que os políticos querem, uma juventude que não pensa, não sabe escrever, não sabe falar, que se acha o centro do universo.
São usados como massa de manobra por partidos políticos, e se sujeitam a levar porrada da polícia para protestar de faz de conta.

O Brasil será o país dos "doutores" todos com

DIPROMA DE NIVER SUPERIÔ!!

Ano que vem é ano de eleições, esperem para ver as "greves" da USP e da UNESP.



CAMBADA DE FILHOS DA PUTA!!!!!

Só um otário para não perceber a armação no caso do Arruda.
Não que ele não seja um corrupto, ladrão e safado...
A PF investigava o governador desde 2006 e agora surpreendentemente, logo após o caso do "GAROTO DO MEP" estoura esse escândalo.
Desviaram as atenções de cima do Sebento e arregaçaram o panaca do Arruda.
Toda vez que algo pode pegar no Sebento, estoura um esquema, uma fraude, um roubo, etc etc...
Só sendo muito trouxa para não perceber a manobra para salvar a pele do PELEGÃO.
E ainda usaram os MACAQUITOS CHEQUERVARIANOS da UNE para invadir a assembléia numa FORÇADA tentativa de mostrar "indignação" popular.
NO BRASIL SÓ TEM MANÉ!!!!

video

Sábado, Dezembro 05, 2009

Ele não fala por mim

O presidente Lula defendeu ontem, de novo, o programa nuclear iraniano. A defesa do Irã é tão gratuita que causa espanto. Por que defender o indefensável? Ele disse que os Estados Unidos e a Rússia não têm autoridade para criticar o Irã. Não foram apenas esses dois países que condenaram o programa iraniano. O mundo o condenou porque ele não tem nenhuma cara de ser pacífico.

Parte do raciocínio faz sentido, parte não faz.

Quando defende o desarmamento nuclear de todos, Lula representa a maioria do povo brasileiro, a quem nunca interessou o desenvolvimento de armas nucleares.

Mas não faz sentido é a defesa, extemporânea e gratuita, de um governo que se isola da comunidade internacional, que escondeu parte das suas instalações nucleares, que mentiu para a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e que admite que está enriquecendo urânio além do percentual necessário para produzir energia.

O que o Brasil ganha defendendo um país que na semana passada foi condenado na Agência Internacional de Energia Atômica? China e Rússia votaram contra o aliado. O Brasil se absteve. Nada pior do que a abstenção num caso que merece uma posição clara.

Após sete anos de improvisos catastróficos em viagens internacionais, o presidente Lula ainda não entendeu que ele, quando está representando o Brasil, não fala por si, mas pela nação inteira. Portanto, tem que expressar o sentimento coletivo e não seus impulsos.

Não há qualquer clamor no Brasil de defesa do Irã, muito menos do governo Ahmadinejad. Pelo contrário.

A esdrúxula negativa de fatos históricos como o holocausto torna o governante iraniano definitivamente divorciado do pensamento da maioria dos brasileiros. Quando as urnas iranianas exalavam ainda o mau cheiro das fraudes, o Brasil foi o primeiro país a dizer que a eleição dele foi legítima. Até o Conselho de Guardiões do Irã admitiu que houve em cinquenta cidades do país mais votos que eleitores. A repressão ao movimento popular que pedia eleições limpas matou cidadãos nas ruas, como a jovem Neda.

Naquele momento de indignação em todo o mundo com o governo Ahmadinejad, o Brasil se apressou a dar o aval a eleições fraudulentas.

Com Honduras, ocorreu o oposto: o governo brasileiro condenou as eleições antes mesmo que elas tivessem acontecido. E já avisou que não reconheceria o novo governo.

No caso de Honduras e no caso do Irã, o que a política externa perde é o tom. Ser a favor do desarmamento nuclear o Brasil sempre foi. Mas sempre foi também contra a proliferação nuclear. E o Irã neste momento significa, na opinião das maiores autoridades no assunto reunidos na AIEA, o risco de proliferação nuclear. O mais estranho da declaração de Lula é que ela veio depois de ter sido divulgado um comunicado conjunto com a chanceler alemã Angela Merkel, admoestando o Irã a “responder positivamente” e “cooperar inteiramente” com a AIEA e a ONU. Isso sim é o correto e tira o Irã do isolamento.


No caso de Honduras, a posição defendida pelo presidente Lula, seu secretário de Relações Internacionais, Marco Aurélio Garcia, e seu ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, tem a mesma dubiedade. No princípio, foi no tom exato, depois, desafinou. Numa região devastada por golpes de Estado, o Brasil condenou o golpe e a deportação de Manuel Zelaya, no que fez bem. A posição brasileira começou a sair do tom quando deixou de ser a defesa dos princípios democráticos para ser uma militância zelaysta.

O Brasil condenou uma eleição, a priori, e avalizou outra, quando a população ainda estava na rua indignada com as fraudes.

No mensalão do DEM em Brasília, o presidente Lula só encontrou a palavra “deplorável” no segundo dia.

No primeiro, disse: “as imagens não falam por si”. O presidente da República não pode préjulgar. Mas não condenar antecipadamente não é o mesmo que absolver.

Tudo fala por si no escândalo de Brasília: as imagens, os diálogos gravados, as conversas telefônicas, as desculpas improvisadas e mutantes e a hesitação do Democratas. “Aquela despesa mensal com político sua hoje está em quanto?”, disse o governador de Brasília, José Roberto Arruda.

Muita coisa está fora da ordem nessa frase além do pronome possessivo.

O presidente Lula poderia não ter se manifestado. Seria melhor. Mas sua forma de lidar com a imprensa é autoritária como nos governos militares. Naquela época os generais não davam entrevistas coletivas. Eles falavam quando eram abordados em viagens internacionais.

Ao seguir esse modelo, Lula acaba se aborrecendo quando perguntado por essa “coisinha”. Preferia que perguntassem sobre grandes questões internacionais.

Mas, no dia seguinte, brindou seus interlocutores com a defesa dispensável do programa nuclear iraniano.

No Brasil, nunca se viu um movimento de opinião pública a favor do programa nuclear iraniano. Isso não é uma questão por aqui. O que incomoda, machuca, confunde o país neste momento são estas “coisinhas” deploráveis.

Lula quando fala certas coisas deveria esclarecer que fala por si.

Por:
Míriam Leitão

O filho do Brasil..... A grande pátria desimportante..

Recebido por E-Mail.
Uma leitura interessante.

LULA, O FILHO DO BRASIL

Chega-nos ao conhecimento mais uma demonstração de desequilíbrio psíquico do pífio representante da nação brasileira. A partir de sua ascensão, foram-se perdendo valores que cultivávamos como habituais normas de conduta. Essas mudanças são consequências das alteraçõe semânticas, aceitas pelos órgãos jornalísticos, hoje, também, pouco afeitos à limpidez das idéias. Tais alterações são produtos dos erros de raciocínio e da falta de intimidade vocabular, que a incontinência verbal do senhor feudal, pela repetição, torna-as vernaculares. Tudo isso, aliado à esperteza de um espírito pusilânime, tem o poder de corromper os alicerces de todos os poderes da República. Se a mentira passa à verdade; se o corrupto contumaz deve ser respeitado por não ser um homem comum; se uma organização terrorista, que inferniza os trabalhadores rurais, torna-se uma instituição lutadora em defesa dos direitos dos sem-terra, é transformar os antônimos negativos em palavras representativas de uma nova ética em curso.
Para que se consuma o novo dicionário da sordidez política brasileira, necessário se torna conhecer, a fundo, em todas as dimensões, o seu autor, personagem central de sua própria propaganda político-eleitoreira . O auto endeusamento torna-o réu confesso do desequilíbrio de que acima nos referimos. Considerar-se a si próprio Filho do Brasil, é exigir a legítima paternidade, a um país que já sofreu todos os vexames do filho que não passa de um bastardo. Como se não bastasse as ofensas de sua diplomacia, ofende-se mais ainda a nação, anunciando a sordidez de cobrar do país a herança que acredita ter direito e pretende obtê-la, através da delegação de poderes de seus iguais, nas urnas em 2010. É mais uma indenização cobrada a um país, considerado culpado pelo filho ilegítimo, pela tendência inata de sua família, de não ter vocação para o trabalho. O filme que ilustra a vida do responsável pela obra de estropiamento da língua, coincidentemente será levado à exibição em primeiro de janeiro de 2010.
Regredimos ao populismo desenfreado do brizolismo e percebemos, claramente, a existência de dois Brasis: o que trabalha e estuda para o desenvolvimento nacional e o que vive de estelionato político, sorvendo os impostos pagos pelo primeiro dos Brasis. Em toda imoralidade, encontra-se a logomarca da Globo, que não pode perder dividendos, mesmo que seja patrocinando um retorno aos filmes da velha fase macunaímica da miséria colorida. Não há outro digno representante deste (para mim) repugnante personagem da baixa estima brasileira, criação de Mário de Andrade, que o etílico Lula.
Alguém da escória da personagem do filme em questão deve ter sido o idealizador do título e da narrativa. O embriagado de álcool e de poder tomou posse do Brasil e está alijando, aos poucos, a parte consciente da sociedade, mas ainda sonolenta, para os esconsos vãos que se tornarão guetos dentro em pouco, se não tomarmos uma veemente atitude. Já imagino este filmeco sendo veiculado no agreste, nos sertões, arrebanhando os ingênuos e estimulando- os ao analfabetismo, à bebida e à rebelião. A pressão para um conflito entre brasileiros está se fazendo prenunciar no horizonte. Esta indecência de filme, se consentirmos, se não reagirmos, se não clamarmos contra a mídia que lhe dará vida, poderá servir de estopim para tomadas de posição sérias que não vão deixar de fora a guarda particular do ébrio presidente: o MST. Como dizem os traficantes do Rio, "está tudo dominado". Eles sabem o que dizem, infelizmente. Tudo está dominado, porque está corrompido pelo dinheiro fácil em troca da traição e da sabotagem. Apenas por patriotismo, sem levarmos nenhuma vantagem, porque pertencemos a outro grupamento ético, que não leu o glossário lulista, sabotemos o filmeco do palhaço de Garanhuns, desde já, para que, no ato da divulgação, caia no ridículo o Filho bastardo do Brasil, que bem poderia ser o Filho de outra coisa que já sabemos o que é. Embora não pareça, o caldeirão da divisão de classes já começou a esquentar. Como não tem a coragem de seu comparsa Chávez e é um poltrão como o Zelaya, usa desses artifícios ultrapassados, mas que caem como uma luva sobre a multidão de ignorantes do interior do país.
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Aileda de Mattos Oliveira
Prof.ª Dr.ª de Língua Portuguesa
Universidade Federal do Rio de Janeiro

A economia vai bem....nem tanto assim.

Grupos.com.brAlguns liberais antipetistas ficam desconcertados quando confrontados com o seguinte desafio: se o governo Lula está presidindo sobre o maior estado da história brasileira - tanto em carga tributária quanto em gastos, ambos em relação ao PIB -, por que as indústrias e várias empresas tiveram lucros seguidos (excetuando-se o atual período recessivo)?
E isso não ocorre apenas com as grandes empresas, que têm conexões com o estado: é bem provável que os donos daquele restaurante ou daquela padaria na esquina da sua rua também estejam indo bem. A enorme carga tributária já não deveria ter falido esses pequenos? Logo, seria o governo Lula um governo liberal disfarçado em retórica socialista?
Não, não seria. O que ocorre é um fenômeno perfeitamente explicável pela teoria econômica. Pode-se dizer que seria estranho se não ocorresse. Um estado inchado, que tributa e gasta muito, e que frequentemente incorre em déficits orçamentários (receitas menores que as despesas totais, incluindo juros), faz com que os lucros empresariais sejam altos. Mais ainda: faz com que os salários do setor privado cresçam em um ritmo menor do que os lucros das empresas.

Consequentemente, sob o atual arranjo brasileiro, os empresários estão obtendo bons lucros, mas os salários dos trabalhadores do setor privado seguem estagnados ou crescendo a um ritmo muito menor do que o crescimento dos lucros.
E isso traz consequências nefastas, como veremos. Mas antes, um pouco de teoria.
Salários
Como se sabe, o governo brasileiro constantemente gasta mais do que arrecada - isto é, possui déficits nominais constantes. Parte desse déficit é financiado por meio da expansão monetária praticada pelo Banco Central (e explicada com mais detalhes aqui). Fora esse artifício, o governo obtém suas receitas tanto por meio de impostos quanto por meio da venda de títulos do Tesouro.
Tanto os impostos quanto os títulos são financiados por pessoas físicas e empresas que pagam os impostos e compram os títulos com o dinheiro que já possuem e que fazia parte de suas poupanças. Se o governo não estivesse praticando déficits, se ele não estivesse vendendo seus títulos e não estivesse cobrando tantos impostos, as empresas estariam utilizando sua poupança para expandir seu capital físico, comprar mais bens de capital e pagar melhores salários. De modo semelhante, se os indivíduos não tivessem a opção de investir em títulos do Tesouro - um investimento seguro e cujo retorno advém dos impostos pagos por terceiros -, eles teriam de investir nessas empresas, o que facilitaria a expansão delas.
Como esse processo não acontece - ou acontece em escala muito menor do que a desejada -, a expansão salarial torna-se impossível, pois, repetindo, a poupança que financiaria essa expansão é desviada para pagar impostos e para financiar os déficits do governo. Assim, os salários do sistema econômico como um todo são menores por causa dos déficits e tributos governamentais.
É verdade que o governo também paga salários. Mas, ao menos enquanto ainda não há uma sovietização completa da economia brasileira, o volume total de salários que ele paga é menor que aquele pago pelas empresas - grandes, médias e pequenas. Assim, enquanto os aumentos salariais que o governo dá para seus funcionários - aumentos esses financiados por impostos e venda de títulos - forem menores que os aumentos salariais que as empresas deixaram de dar a seus funcionários porque elas tiveram de desviar parte de seu capital para financiar o governo, a massa salarial total da economia foi reduzida.
Em resumo: os impostos e os déficits governamentais absorvem poupança e capital que poderia ser utilizada por empresas para financiar suas expansões e o consequente aumento salarial que isso traria para seus funcionários. Ao desviar esses recursos para si, o governo faz com que seus empregados e dependentes possam ter rendimentos maiores. Isso faz com que aqueles que estão no governo tenham rendimentos maiores do que os assalariados do setor privado. Tal arranjo, no geral, faz com que a massa salarial total da economia seja menor ou muito aquém do seu potencial.
Não há novidade alguma no que foi dito acima. Como já mostramos em outros artigos, enquanto que os salários do setor público seguem crescendo, os salários do setor privado seguem estagnados.
Todavia, além dessa redução na massa salarial total do sistema econômico, um outro efeito dos déficits orçamentários é o aumento na quantidade agregada - isto é, total - dos lucros empresariais. Eis o porquê.
Lucros
As empresas arrumam dinheiro para financiar a compra de bens de capital e para pagar salários. O governo arruma dinheiro para comprar bens e serviços, pagar seus funcionalismo e prover assistencialismo.
Quer ocorra um ou outro, a receita total das empresas na economia será praticamente a mesma. Isso porque um real da venda de um bem para uma empresa privada e um real da venda de um bem para o governo ainda continua sendo um real de receita de vendas. Um real da venda de um bem para um empregado de uma empresa privada ou um real da venda de um bem para um funcionário público (ativo ou aposentado) ainda continua sendo um real de receita de vendas. Por fim, um real da venda de um bem para alguém que está no Bolsa-Família equivale à mesma receita de venda que um real gasto por alguém que suou para consegui-lo.
Mas aqui vem a diferença crucial: os reais que são gastos por empresas privadas na compra de bens de capital e no pagamento de salários são contabilizados como custos de produção. Para se calcular os lucros, esses custos de produção são subtraídos das receitas de venda. Na economia como um todo, o lucro agregado é o resultado dessa subtração.
Como os impostos e déficits do governo desviam para si os fundos que seriam utilizados pelas empresas para comprar mais bens de capital e pagar melhores salários, a consequência é a redução da magnitude dos custos de produção na economia como um todo e um correspondente aumento no lucro agregado do sistema econômico.
Os custos refletem as despesas das empresas. Se as despesas são menores, os custos serão menores. A redução nos custos de produção aumenta os lucros de modo equivalente, pois, como foi mostrado, a receita total de vendas no sistema econômico é a mesma em ambos os casos; é a mesma com ou sem os déficits do governo. (Vale enfatizar: a receita total é a mesma; o que é afetada é a criação de riqueza, como veremos abaixo). Se a receita agregada de vendas é a mesma, uma redução nos custos agregados significa lucros equivalentemente maiores.
Assim, os déficits orçamentários do governo explicam parcialmente o fato de os lucros das empresas brasileiras estarem subindo mais do que os salários.
Consequências
É óbvio que o fato de empresas estarem tendo lucros é ótimo. Lucros permitem mais investimentos, que por sua vez permitem mais riqueza, mais abundância, mais poder de compra e melhores salários.
Porém, quando os lucros são aumentados da forma vista acima, não há motivo algum para regozijo. O lucro aumentou em termos monetários, mas isso foi consequência do fato de os gastos com bens de capital terem sido reduzidos. Se há menos bens de capital, há menos maquinário sendo utilizado para a produção de mais riqueza.
Como explicado nesse artigo,
Em uma economia de mercado, o padrão de vida só irá aumentar se houver acúmulo de capital (maquinários, ferramentas, equipamentos de escritórios e afins). Tal acúmulo permite que a mão-de-obra seja mais produtiva, o que consequentemente resulta em maior produtividade por trabalhador. Essa maior produtividade gera uma maior abundância de bens de consumo. E essa maior abundância faz com que o preço de cada bem seja menor (gerando um aumento real dos salários), o que permite um aumento do consumo e do período de lazer, principalmente para as camadas mais pobres da população.
Para que haja um maior padrão de vida é preciso haver uma abundância de bens consumo, e essa abundância só é gerada se houver um aumento do capital per capita do país.
Quando o governo tributa ou quando ele incorre em déficits e absorve poupança, ele impede que essa poupança seja utilizada no investimento e na produção bens (riqueza) futuros. Essa poupança é desviada para o consumo do governo e para o consumo daqueles para quem o governo dá dinheiro.
A consequência inevitável de tudo isso é que a produtividade no sistema econômico será menor do que poderia ser. E como a produção será menor do que poderia ser, os preços serão maiores, o que faz com que os salários reais sejam menores. E, por ironia, enquanto que, contabilmente, os custos de produção na economia como um todo estão menores, os custos de produção por unidade serão maiores pelo fato de haver menos bens de capital disponíveis para o processo de produção.
Para resumir: impostos e déficits governamentais impedem o aumento nominal dos salários do setor privado, aumentam os lucros monetários e diminuem os salários reais, pois aumentam os custos unitários de produção e, consequentemente, os preços.
No Brasil
Entendida a teoria, fica claro o que se passa no Brasil. Como o governo está absorvendo poupança e gastando-a cada vez mais, a receita total da economia segue inalterada, mas os lucros contábeis das empresas sobem, pois elas deixam de investir.
O fato de as empresas terem de pagar impostos para sustentar funcionários do governo atrapalha seus planos de expansão, mas não necessariamente atrapalha suas receitas. O dono do empreendimento continua auferindo lucros, mas seus empregados permanecem com salários estagnados. Assim, o dono da padaria e do restaurante a quilo não estão interessados se seus clientes são funcionários públicos ou trabalham na iniciativa privada. Desde que ele esteja auferindo receitas (e a receita total da economia é mesma, independente de déficits e impostos), está tudo bem. E dependendo da região do país, se os funcionários públicos estão tendo aumentos, o empresário ganha com isso - afinal, terá clientes mais ricos. O fato de ser ele quem sustenta, por meio de seus impostos, esses funcionários públicos não o incomoda nem um pouco, desde que eles continuem consumindo seus produtos. O que ele não quer é perder esses clientes para a concorrência.
Na ocasião do Dia da Liberdade de Impostos, no dia 25 de maio deste ano, alguns líderes empresariais chegaram a dizer que não estavam protestando contra a carga tributária em si - sendo que alguns até chegaram a dizer que não ligariam de pagar mais impostos -, mas contra o desperdício e a malversação dos recursos desses impostos. Faz sentido. Eles sabem que boa parte dos impostos que pagam acabam voltando para eles próprios como forma de receita (afinal, o governo e os funcionários públicos são seus clientes). O ideal para eles seria que toda a carga tributária fosse remetida de volta. Mas isso só aconteceria se o governo não gastasse boa parte com corrupção. Daí o protesto contra a malversação.
Não tenho como provar o que vou dizer a seguir, mas o fato de líderes empresariais e entidades de classe não se organizarem para fazer protestos veementes contra a carga tributária (o impostômetro da Associação Comercial de São Paulo não incomoda ninguém), e nem ao menos se mobilizarem para movimentos de conscientização da população - como, por exemplo, discriminar nas notas fiscais qual a porcentagem de impostos embutida nos preços dos produtos -, é um forte indício de que eles sabem que um governo grande e deficitário não vai totalmente contra seus interesses.
Ademais, como explicado com mais detalhes aqui, impostos funcionam também como barreiras ao surgimento de novos concorrentes. Uma empresa já estabelecida em um determinado ramo já se adaptou aos impostos, ao passo que esses mesmo impostos impedem que pequenas empresas cresçam e que novas empresas surjam. Uma alta carga tributária, acompanhada de um emaranhado indecifrável de códigos tributários, serve como barreira de entrada no mercado, o que apenas ajuda as empresas já estabelecidas. Para estas, uma carga tributária, por mais que seja alta, é um preço válido a ser pago, pois garante que novas empresas fiquem afastadas e que a concorrência seja mínima.
Em um livre mercado, todos aqueles envolvidos na produção de bens e serviços tentam a todo o momento encontrar métodos de produção que seja menos custosos, o que lhes permite aumentar seus lucros. Com o tempo, esses lucros acabam atraindo novos concorrentes. E essa concorrência elimina os altos lucros e faz com que os baixos custos de produção tenham de ser repassados ao consumidor na forma de preços mais baixos. A contínua busca por lucros leva à descoberta e à implementação de novos métodos de produção ainda menos custosos, com o mesmo resultado acima. A consequência é uma queda progressiva nos preços reais de todos os produtos.
Mas se o governo entra em cena e impede esse processo - tributando e absorvendo poupança por meio de seus déficits -, quem se beneficia são os empresários já estabelecidos, e quem perde são os consumidores e os trabalhadores - os quais, em última instância, também são consumidores.
E é isso o que se vê no Brasil. As empresas seguem tendo bons lucros monetários, ao passo que seus empregados seguem sem desfrutar de boa parte dessa prosperidade. O governo e seus funcionários continuam absorvendo boa parte da poupança nacional e todo esse processo impede a formação de capital que permitiria um maior enriquecimento do país.
A divisão final fica assim:
1) Empresários lucram em termos nominais, mas ficam impedidos de fazer maiores investimentos. A expansão de suas empresas fica manietada e seus empregados ficam com salários estagnados ou crescendo muito menos que os lucros das empresas.
2) Esse arranjo impede uma maior abundância de bens, o que se traduz em preços mais altos e qualidade mais baixa.
3) Funcionários públicos desfrutam de altas salariais constantes. Embora isso lhes garanta amplo acesso aos bens produzidos, eles têm de se contentar com a baixa qualidade destes - embora possam comprar importados de qualidade mais alta.
4) Sem perspectivas de bons salários na iniciativa privada, os melhores cérebros acabam buscando o setor público. Inteligência e riqueza são desperdiçadas.
5) Algum buscam o empreendedorismo próprio, mas desanimam frente à carga tributária, às regulamentações e ao emaranhado burocrático. As empresas já estabelecidas agradecem a limitação da concorrência.
Logo, se você quiser enriquecer no Brasil por meios legais, há apenas duas opções: concurso público ou empreendedorismo. O primeiro é fácil e só exige que você tenha boa memória para decorar imbecilidades (o aspecto imoral de viver com o dinheiro alheio não será aqui abordado); o segundo exige muita paciência, perseverança e, principalmente, dinheiro - não é para preguiçosos. Vencidas as etapas burocráticas, regulatórias e tributárias, você tem grandes chances de se dar bem.
Agora, apenas como empregado, as perspectivas não são nada alvissareiras. E o culpado é justamente aquele a quem os prejudicados correm para pedir ajuda.
Seria despiciendo dizer que reduzir impostos e gastos governamentais já seria um grande avanço para a criação de riquezas. Mas tal medida - por ser algo que beneficia de modo mais explícito "apenas" os assalariados da iniciativa privada - ninguém quer.


Por,
Leandro Roque
Editor e tradutor do site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.

Sexta-feira, Dezembro 04, 2009

Leitura facial III, por Madame Zorayda.

No velório do locutor lombardi, foi feita essa foto na qual solicitei a Madame Zorayda que fizesse a leitura facial de Silvio Santos.

Sílvio - Lombardi meu velho, você que passou a vida inteirinha anunciando,
SILVIO SANTOS VEM AÍ!!!
...E agora que você foi chamado para trabalhar no além.....
.....você está proibido de dizer....
...Sílvio Santos vem aí!!!...

Quinta-feira, Dezembro 03, 2009

O Festival de Besteira Que Assola o País

O Sebento neste discurso me fez lembrar de Stanislaw Ponte Preta e seu FEBEAPA contra a vigilância redentora de 1964.

O tempo passa e nossos mandatários vão ficando cada dia mais IGNORANTES E OBTUSOS.
depois não podemos reclamar do povo, afinal esse é o "refréquiço" da capacidade cultural da grande maioria dos eleitores desta pocilga.



video

O PARAISO DOS CANALHAS ESCLARECIDOS

Recebido por E-Mail.

BRASIL: UM PAÍS EMPORCALHADO

O PARAISO DOS CANALHAS ESCLARECIDOS

"Todo comunista, sem exceção, é cúmplice de genocídio, é um criminoso, um celerado, tanto mais desprovido de consciência moral quanto mais imbuído da ilusão satânica da sua própria santidade. Nenhum comunista merece consideração, nenhum comunista é pessoa decente, nenhum comunista é digno de crédito. São todos, junto com os nazistas e os terroristas islâmicos, a escória da espécie humana".

Assistimos, mais uma vez, as imagens da farta distribuição do dinheiro dos impostos que pagamos. São políticos, empresários e cúmplices que, impunemente, continuam fomentando, de forma incontrolável, o apodrecimento moral das relações públicas e privadas.

O presidente da República demonstrando total descaso com a indignação da maioria da sociedade declarou, sem pudor, que “as imagens não falam por si”. Depois, com um visível desconforto, admitiu, com uma evidente hipocrisia, que os fatos teriam sido deploráveis. Alguém deve ter buzinado no seu ouvido: - presidente, o “senhor” não pode passar para a sociedade a imagem de que na sua avaliação pessoal as imagens de tanta canalhice explícita não falam por si só.

A sociedade presencia covardemente apática a tragédia moral do mensalão do PT – continuam IMPUNES todos os 40 amigos especiais do presidente. Essa situação não deve ser repetida, pois o partido envolvido não é o PT e sim o DEM. Vamos ver até que ponto os telhados de cristal desse covil de bandidos chamado de parlamento conseguirá evitar uma punição exemplar para esses canalhas que praticam o ilícito como principio de vida.

O que dirão os canalhas que ficam na Internet divulgando que “ladrão que rouba ladrão” tem cem anos de perdão? Essa “virtude” petista se repetirá para os envolvidos no mensalão do DEM?

O submundo dos trâmites policiais e legais do poder público mais imoral de nossa história deverá cumprir seu papel corporativista sórdido fazendo com os envolvidos no mensalão do DEM o que não fez na tragédia moral do mensalão do PT. O valor político desse escândalo não pode ser desperdiçado pelos que querem colocar a qualquer preço uma ex-terrorista na presidência.

A vitória do PT na luta pela presidência teve como principal mote de campanha a moralização das relações públicas e privadas, mas, simplesmente, no dia seguinte da posse do presidente petista, presenciamos a queda da carapuça do inimigo dos picaretas, que se tornou o maior aliado dos bandidos que tomaram conta do poder público e de seus cúmplices, à exceção daqueles que tentam comprometer seu projeto de poder perpétuo.

“O Brasil estaria melhor se houvessem homens de bem com a mesma ousadia dos canalhas.”

As cenas, que o presidente declara que as imagens das canalhices explícitas não falam por si só, são grotescas; as justificativas dos envolvidos nos fazem parecer perfeitos idiotas e palhaços do Circo do Retirante Pinóquio, tudo demonstrando absoluto descaso com o braço da lei pelo sentimento de impunidade e pelo relativismo dos que praticam o ilícito e que acabam sendo protegidos pelos pela justiça sórdido-relativista dos tribunais superiores, como última instância de defesa dos interesses maiores da canalha da política e de seus cúmplices. A mudança do tom do presidente deve estar agredindo profundamente seus sentimentos mais “puros”.

Ao mesmo tempo em que presenciamos o país afundar cada vez mais na degradação moral, novas veracidades do caráter do mais sórdido político do país são levadas ao público por um desertor do petismo e a UNE – grande beneficiária de favores do petismo – denunciada por crimes de desvios do dinheiro público nos mostrando as qualidades petistas das novas gerações que estão se formando; muitos desses já pertencem à nova safra de canalhas esclarecidos, os filhos dos ovos da serpente retirante que irão manter a degradação das relações públicas e privadas.

Assistimos também mais uma humilhação para as Forças Armadas que admitiram que uma civil e terrorista do tempo do regime militar, cúmplice de assassinatos de civis e militares, colocasse uma farda militar, e o filho do presidente e diversos amigos pegassem “carona” em um avião militar demonstrado mais uma vez o caráter espúrio do desgoverno petista.

A pergunta que fica no ar em relação ao novo mensalão, é a seguinte: por que a Polícia Federal não fez uma operação deste porte e com essa “inteligência” para trazer ao conhecimento público a gravidade dos crimes cometidos pela gang dos quarenta – mensalão do PT, – mesmo que essa quadrilha tenha sido denunciada pelo Procurador Geral que, infelizmente, não teve a coragem de denunciar o Presidente da República; a prova do conhecimento do presidente em relação ao que estava acontecendo aparece em um vídeo distribuído na Internet. Este vídeo mostra uma reunião comandada por um dos seus maiores aliados, em que ficou comprovado que o mesmo já sabia do mensalão petista, mesmo que tenha se retirado da cena assim que percebeu que estava sendo filmado. Essa imagem fala por si só.

Agora vamos para a hipocrisia e a leviandade que não respeitam mais fronteiras culturais ou educacionais.

Por que a OAB, a CNBB, e a UNE não se posicionam com a mesma veemência contra os 40 “mensaleiros” do PT que estão a um passo de todos ficarem impunes? Por que os “corajosos” advogados não pediram o impeachment do presidente entre outras providências para evitar que a impunidade da gang dos quarenta acabasse se confirmando? Por que nenhum dos envolvidos no mensalão do PT foi expulso do partido?

Por que todos os escândalos que envolvem o PT e o desgoverno petista viram história esquecida e, quando ainda fazem algum barulho, os Tribunais Superiores tratam de dar o abafa protetor para desqualificar as cada vez mais raras tentativas da sociedade de lutar contra essa canalha que tomou conta do poder público? E a tortura e o assassinato de Celso Daniel seguida da morte de quase todos envolvidos no episódio, já foram esquecidos por esses justiceiros de ocasião que agora querem punir exemplarmente o DEM?

Não podem existir mais dúvidas de que chegamos ao fundo do poço da impunidade e da imoralidade das relações públicas e privadas, com a classe política se chafurdando cada vez mais na lama da degradação moral liderada pelo petismo, e o poder público em todas as instâncias se transformando cada vez mais em um covil de bandidos ou em seus cúmplices.

Estamos sendo governados por gangs com poderes ditatoriais disfarçados e fundamentados na sua capacidade de subornar, perseguir ou coagir a todos que se coloquem no seu caminho.

Será que os Tribunais Superiores irão proteger os envolvidos no mensalão do DEM assim como continuam fazendo com os mensaleiros do PT?

Como o braço da justiça se mostra descaradamente protetor dos aliados do presidente e do seu projeto de poder perpétuo, poderemos ter “exemplos de punição exemplar” para alguns da turma do DEM que, seguindo o exemplo da turma do PT, fazem dos contribuintes brasileiros os maiores imbecis e otários do mundo.

Geraldo Almendra

3/dezembro/2009

Quarta-feira, Dezembro 02, 2009

Leitura facial III por, Madame Zorayda...atendendo à pedidos.

Atendendo à pedidos de leitores que estão enviando E-Mails com imagens para que Madame Zorayda faça a leitura facial.
São muitas as imagens enviadas e Madame Zorayda cobra seus serviços por imagem, portanto meus caros leitores, vamos com calma, uma vez que este blogueiro não é milionário e também não está a fim de pagar os serviços de Madame com o próprio "corpinho". Já que ela aceita umas "pegadas" em vez de dinheiro.

Bem, vamos ao trabalho.



Durante a RE RE RE RE RE REestréia do filme...

Primeira Muda- DÃÃÃÃÃÃÃ.....

Batráquio- Putaqueparil Dilminha, ocê peidou de novo?....Esse tá fidido dilmais....

Dilmá - Alguém peidei...não sei quem fui...
..prá esse filme ser uma merda completa só faltava o cheiro....
...agora não falta mais nada....
...tô vingada!!!
....se tiver outra RE RE RE RE RE REestréia, eu vou jantar repolhos...


O presidente Batráquio o Sinistro Tamborim e a "dipromacia..."

....Porra Tamborim, cê garantiu que não ia dar merda o negócio de honduras....
....e agora, quem é que tira o chapeleiro maluco da embaixada?....
....o Chavito não vai gostar nadinha dessa confusão....

....Calma presidente, é só nomear o Zélaia embaixador do Brasil em Honduras e tá tudo certo...
....ele nem vai precisar sair da casa....
....vai por mim presidente.....
.... eu sei tudo desse negócio de trapalhadas diplomáticas...e o povo nem vai notar...

CADEIA NELLES!!!!!

Só falta o arruda seguir os passos do Sebento e começar a dizer que não sabia de nada.
Ou fazer como o Maluf e dizer...."ESTE DINHEIRO NÃO É MEU!!!"
Punição para mais outro ROUBO em Brasília?
Este blog aposta na pizza.

Político no Brasil, é ser eleito e roubar o mais que puder.

Pagamos impostos extorsivos e vergonhosos, não temos segurança, saúde, nem educação de qualidade pelo quanto somos taxados.
Acabamos vendo DIARIA E CONTINUAMENTE nosso dinheiro ser repartido aos montes por quadrilheiros vagabundos, sem o menor escrúpulo, que chegam a desfaçatez de orar em agradecimento ao chefe da quadrilha, numa visível confiança de impunidade absoluta.


Até quando este povo vai continuar sendo feito de otário e aplaudindo?


EU TÔ DE SACO CHEIO!!!!

Enquanto isso....a fila para comprar ingressos para o jogo do "FRAMENGO" está dando voltas no Maracanã há dois dias.
Cambada de vagabundos!!!
Um povo de merda só pode eleger políticos de merda!!!

E É ISSO QUE O POVO QUER...CIRCO!!!!

.....................
Com que moral a classe politicanalha que não puniu nenhum dos mensaleiros do PT acha que poderá punir os mensaleiros do DEM?
.
PT, PMDB, DEM, PSDB...TODOS MERDA DO MESMO PENICO!!!!

Terça-feira, Dezembro 01, 2009

Leitura Facial II, por Madame Zorayda.

Este blogueiro se vê novamente obrigado a recorrer aos serviços de Madame Zorayda.


A leitura facial da dupla ZÉLaia e ZéMané.

Zélaia - Mira Lulita, el tamaño de lá trolha que usted se metió cuando mi dió abrigo en lá embaxada brasileña en Honduras.
Loko Chavito te fodió!!!
Ahuera perdemos las eleciones, o Obama reconosció la legitimidad, e nossotros tomamos en lo brioco.

Lulla - Putaquepariu cumpanhêro, e agora cumé que eu vô fazê pra me livrá dessa mala?
Num fala em tomá no rabo cumpanhêro, a imprensa tá de olho num certo aféir de que eu tive no passado...o garoto do MEP derrubô o sabonete... ...baxô.... tem que catar...né?
....hummmmmm saudaaaaaadesssss.....

Domingo, Novembro 29, 2009

Leitura facial. Por Madame Zorayda.

Toda vez que este blogueiro está em dúvida a respeito de algum assunto, procura e faz consultas com sua vidente de estimação Madame Zorayda.

Pedi a Madame Zorayda que fizesse uma leitura da expressão facial da sinistra Dilmá Estela Vanda Patrícia Luíza GRRRRRousseff.
Na RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE

ESTREIA DO filme "Lulla o filho @#@$¨%**&*@# do Brasil."
E para surpresa geral, o que foi visto na face da sinistra está abaixo..!!
!

Alguns fragmentos do que a leitura facial da sinistra revelou....

"Puta que pariu...não sei o que é pior, assistir à essa merda pela enésima vez, ou uma sessão de pau de arara no DOI CODI....

....eu nem posso cochilar....
.
...depois de velha virei baba ovos de megalomaníaco...

....meu saco tá coçando...


....hummmm...peidei...


.....será que a primeira muda está entendendo alguma coisa?...

.....humpffff que cheiro de cachaça!!!....

....minha peruca está escorregaaaaando...

....porra, para ser eleita eu tenho que passar por isso??...

....depois da eleição eu mando capar esse cineasta filho da puta!!!....

...Aiii que saudade do DOI CODI.....

z....zzzzzzzz....zzzzzzzzz...zzzzzzzzzzzz....zzzzzz....z.zzzz....
....apagão....zzzzz....é culpa do governo ant....zzzzzz
....zzzzzzzz.zzzzzz.....zzzzzzzzz...
...rrrrrroonc....
.....rrrrroooonc....

...Hummmm....o que?
Já acabou?!?

....Graças a Deus....