* Democracia neste país é relativa, mas a corrupção é absoluta *

* Democracia neste país é relativa, mas a corrupção é absoluta *
QUANDO A POLITICA INTERFERE NA JUSTIÇA NADA MAIS FAZ SENTIDO

terça-feira, abril 23, 2013

EXCLUSIVO!!! Primeira matéria do EX presidente no NY Times!!!

E phod@-se!!!
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Prefeitura de SP fecha acordo com MST para fornecimento de alimentos organicos.

Haddad fecha acordo com o MST para o fornecimento de alimentos organicos para escolas públicas de SP.
Só uma coisa me incomoda nesta notícia.

Como, se o MST que não é uma entidade registrada na junta comercial.
Não possui CNPJ, não recolhe impostos, não é formalizada juridicamente, não possui estatuto. E justamente por isso não pode ser processada judicialmente pelas arruaças e destruições que promove no patrimônio alheio,  como irá fornecer alimentos para a prefeitura de São Paulo?
Vai ser tudo sem nota no caixa dois, ou irão abrir uma empresa de fachada para que consigam emitir NF sem recolher impostos?
E mesmo que tenham uma empresa aberta. Onde está o contrato social da empresa? Quem são os sócios? Onde fica a sede? 
E, cadê o edital de concorrência onde o MST foi ganhador da licitação?
E se o MST abrir uma empresa e formalizar sua situação juridicamente, seus dirigentes poderão ser processados pela baderna que promovem no campo. Um tiro no pé.

Votaram no Haddad, e a prefeitura já está virando um penico esquerdofrênico. O MP tem obrigação de acabar com essa bandalheira.
Tem coisas que só acontecem no terceiro mundo da Amérdica Latrina.

E PHOD@-SE!!!
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Deu no New York Times.

Roda na mídia a notícia de que o EX presidente Defuntus Escrivinhadô, vai ter uma coluna mensal no periódico Duzestaduzunidus, o Niu Iórqui Taimes.
Segundo a notícia, o jornal fechou acordo com o ex presidente para que sejam escritos um artigo por mês.
Tem algumas coisas que me incomodam nesta notícia...,
Não é o Niu Yórqui Taimes que teve um jornalista ameaçado de ser expulso do país porque escreveu que o EX presidente era piloto de provas de alambique?
E agora o jornal "acina" uma colaboração básica com o Sebento? Estranho....muito estranho...
E acima de tudo...O Sebentão sempre pregou aos quatro ventos seu orgulho em ter nascido de mão analfabeta e que estudar era para os fracos.
Se orgulha de jamais ter lido um livro, não sabe falar o português com o mínimo de decência, e como sabemos, é um boçal a cada abertura daquela bocarra.
Tem algo de podre nesta história, mas...no mundo de hoje tudo é possível.
Certo que algum jornaleiro, baba ovos e esquerdopata é que irá escrever os artigos em nome do Sebentão, pois, ele é incapaz de tamanha tarefa.
O que preocupa de verdade é que o Sebentão em breve poderá acabar como imortal na ABL.
E vamo que vamo que o Niu Iórqui Taimes, já não é mais o mesmo.

Será que a coluna do Sebento irá se chamar  

"The monthly allowance"?

E PHOD@-SE!!!
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quarta-feira, abril 17, 2013

Opinião do leitor.

A JUSTIÇA BRASILEIRA E A CADEIRA DE RODAS

Recentemente a grande imprensa veiculou notícia a respeito da prisão
de membros de uma quadrilha que espalhava o terror no município de
Trindade, Estado de Goiás. Segundo a reportagem(1), durante oito meses
a polícia monitorou os passos dos criminosos, tendo comprovado que
nesse período o grupo assassinou 24 pessoas. Em declaração pública, a
delegada responsável pelo inquérito afirmou possuir “provas de sobra”
para condenar todos os envolvidos, tendo apresentado, inclusive, uma
das várias escutas telefônicas entre membros da quadrilha - gravadas
pela polícia com autorização judicial - na qual o chefe transmitia
para um dos subordinados ordens para execução de desafetos. Temos que
elogiar o trabalho policial, que, ao desarticular o grupo e prender os
criminosos trouxe segurança para a população, porém, é preciso
consignar também que a forma como a investigação foi conduzida causou
certa perplexidade.

O nosso ordenamento jurídico garante a qualquer réu - especialmente em
processos criminais - julgamento justo e imparcial, com direito ao
contraditório e a ampla defesa. Além disso, o Artigo 5º, Inciso LVII
da Carta Magna estabelece que “ninguém será considerado culpado até o
trânsito em julgado de sentença penal condenatória”. Portanto, a
presunção de inocência, é a regra legal. Sem acusação bem fundamentada
e provas robustas, não haverá condenação em juízo. Ora, como o
inquérito policial é elemento fundamental da peça acusatória do
Ministério Público, deve ser muito claro, objetivo e acompanhado de
amplo acervo de provas, de maneira a garantir a justa e adequada
responsabilização penal do réu. Ocorre que produzir essas provas
inquestionáveis, não é tarefa fácil. No caso específico da
investigação no município de Trindade, a polícia precisou reunir
provas dos diversos crimes cometidos pelo grupo (homicídios, formação
de quadrilha, porte ilegal de armas, etc.) demonstrando de maneira
clara e objetiva a participação de todos os membros da organização,
estabelecendo em relação a cada um deles e para cada delito, questões
como autoria, materialidade, tipicidade e outros, atendendo preceitos
e normas vigentes. Sob tal ótica, parece razoável que, para obter
“provas de sobra”, bem como para evitar qualquer injustiça e/ou
arbitrariedade com os investigados, a polícia tenha demorado oito
meses para concluir o inquérito contra a organização criminosa. É o
preço que se pagou para garantir a inviolabilidade dos direitos
constitucionais dos acusados. Entretanto, se a análise for feita
levando em conta também os direitos e garantias constitucionais da
sociedade, a conclusão será diametralmente oposta. De fato, não
podemos perder de vista que, no curso da investigação, a polícia
também deve garantir a inviolabilidade dos direitos constitucionais de
todos os cidadãos - especialmente o direito a vida e o direito a
segurança, nos termos do Artigo 5º, caput, da Carta Magna - quando
ameaçados por indivíduos e/ou organizações criminosas. Ora, segundo as
informações disponíveis, nos oito meses de monitoramento policial a
quadrilha de Trindade assassinou 24 pessoas, o que nos dá uma média de
um homicídio a cada dez dias. Isso nos permite concluir que se tratava
de organização criminosa ativa, muito violenta e perigosa. Nesse
contexto, não há como negar que para a sociedade, oito meses teria
sido tempo excessivo para a polícia concluir o referido inquérito,
especialmente em decorrência das suas perversas consequências para os
cidadãos. Nesse particular, ressaltamos que a polícia estava gravando
as conversas telefônicas entre os criminosos. Podemos supor com base
no áudio disponibilizado (obviamente apenas um excerto de uma gravação
mais ampla) que, tendo ciência da identidade da vítima, bem como da
identidade de quem recebeu a ordem de execução, a autoridade policial
monitorou ambos, acompanhando especialmente os atos criminosos
preparatórios tais como a formação da equipe responsável diretamente
pelo assassinato, obtenção de informações necessárias para a escolha
da melhor hora e local para surpreender a vítima, bem como a seleção
das armas e veículos a serem usadas no crime, e, inclusive, até o
próprio ato executório. Esse acompanhamento foi feito? Acreditamos que
sim, até porque, é decorrência lógica do próprio inquérito. Ora, se a
polícia realmente fez “o dever de casa” e investigou tudo, como se
justifica que, mesmo tendo acesso a informações detalhadas previamente
ao crime, não impediu o homicídio? Diante dos sucessivos assassinatos
cometidos pela quadrilha, como se explica a inércia policial durante
oito meses? Seria correto afirmar que é tão difícil condenar um
criminoso no Brasil, que a polícia só encerra a investigação quando
possui “provas de sobra” contra ele? Ora, no caso de Trindade a
diferença entre “provas suficientes” e “provas de sobra” poderia ser
medida pelo número de corpos, sendo a primeira incógnita desconhecida,
porém, certamente inferior a segunda, que corresponde as 24 mortes
contabilizadas na investigação. É assim que as autoridades e a
sociedade querem enxergar a questão da segurança pública? Caso
negativo seria preciso agir, e rápido. É fato que o Estado precisa
garantir os direitos constitucionais dos réus, sem sacrificar os da
sociedade. Entretanto, com base em tudo o que foi exposto, será que
isso efetivamente ocorreu? Os acusados presos em Trindade terão todas
as garantias constitucionais de um julgamento justo, com direito a
ampla defesa e ao contraditório, sendo que contra eles, o ministério
público apresentará provas fartas e colhidas de maneira legal pela
autoridade policial. Entretanto, e quanto às garantias constitucionais
das vítimas da quadrilha? O direito a vida - também inscrito em nossa
Carta Magna - lhes foi tirado, por assim dizer, diante dos olhos e
ouvidos da polícia. Além disso, lhes foi negado também o direito de
defesa, tendo em vista a condenação por um arremedo de tribunal
composto por criminosos, sem possibilidade de recurso da decisão
arbitrária e ilegal e com execução imediata a cargo de algozes
impiedosos. E, em terceiro lugar, não podemos esquecer que o nosso
ordenamento jurídico veda a pena capital. Portanto, as vítimas tiveram
seus direitos triplamente desrespeitados. Em resumo, qual o justo
equilíbrio entre os direitos dos investigados, quando em oposição
direta aos direitos dos demais cidadãos? O assunto é complexo e exige
grande reflexão, porém, algumas coisas já poderiam ser feitas para
minimizar problemas como os de Trindade. Sabemos que, no geral, nossos
governantes investem pouco na polícia, que salvo raras exceções,
padece com baixos salários, deficiência de treinamento, além de
conviver com instalações e equipamentos deficientes. Essas mazelas
precisam de correção efetiva e adequada. Além disso, o melhor
relacionamento e intercâmbio de informações entre polícia, ministério
público e judiciário, poderia dar maior agilidade as investigações,
especialmente no tocante a obtenção das autorizações judiciais para
interceptação telefônica e outras provas, tudo em benefício da rapidez
e celeridade na conclusão dos inquéritos. Devemos lembrar, por
exemplo, que com a facilidade de locomoção e comunicação atualmente
disponíveis, o surgimento de grupos criminosos ficou muito facilitado,
exigindo da polícia a adoção de novas formas de investigação, algumas
ainda vistas com ressalvas. Como uma quadrilha atua à margem da
sociedade, não pode contar com meios de solução de conflitos
acessíveis ao cidadão honesto. Portanto, sua coesão depende
basicamente da confiança mútua. Rompido este elo, o conjunto vai cair
como um castelo de cartas. Um bom acordo com integrante de organização
criminosa pode abreviar significativamente, e, inclusive, melhorar o
conjunto de provas de qualquer investigação policial. Basta lembrar o
julgamento da Ação Penal 470 (Mensalão). O castelo de cartas da
quadrilha começou a ruir quando um dos seus integrantes, o ex-deputado
Roberto Jefferson, preterido nos acertos e nas decisões, resolveu
denunciar o esquema. Sem o conhecimento do “modus operandi” da
organização, provavelmente a polícia federal jamais teria chegado
perto dos seus líderes, encastelados que estavam nas altas esferas do
poder político federal.

Entretanto, se realmente queremos segurança pública de qualidade, é
preciso ir além dessa remodelação da própria atividade policial. De
fato, mesmo quando a polícia consegue finalizar com sucesso o
inquérito, permitindo que o ministério público ofereça a denúncia, os
percalços continuam. Um dos casos emblemáticos foi o do jornalista
Pimenta Neves, que em agosto de 2000, de maneira covarde assassinou a
sua até então namorada, Sandra Gomide, com dois tiros pelas costas
quando esta manifestou a vontade de romper o relacionamento entre
ambos. Nunca existiu nenhuma dúvida quanto a autoria do crime, nem
quanto ao motivo fútil e injustificado, e nem quanto ao caráter
bárbaro, covarde e traiçoeiro do ato. Entretanto, usando toda a sorte
de recursos legais disponíveis, durante quase onze anos o acusado
conseguiu protelar o trânsito em julgado da sentença condenatória. Ele
só foi efetivamente preso em maio de 2011. É inconcebível como o nosso
sistema legal permitiu que isso ocorresse. Entretanto, esse mesmo
sistema legal que tanto demorou a dar uma resposta efetiva para a
sociedade, não tardará muito para conceder a progressão de regime,
permitindo que o assassino obtenha o direito de cumprir a pena no
semiaberto. Na verdade, hoje em dia poucos duvidam que as garantias
concedidas aos acusados de crimes estão sendo indevidamente realçadas
e isto em detrimento das garantias da sociedade brasileira, o que é
perigoso. Afirmação leviana? Recentemente a cidade de São Paulo foi
abalada com a notícia(2) de um assassinato cruel e absurdo, que
vitimou uma mulher em rua central da cidade. O autor do delito,
ex-marido da vítima, posteriormente se apresentou na delegacia,
confessou o crime, foi indiciado e liberado para responder em
liberdade. Curiosamente, ainda na delegacia, a polícia pesquisou os
antecedentes do acusado, tendo constatado que ele já respondia por
outro homicídio. Ora, não podemos negar que quando o Estado deixou de
tomar medidas enérgicas por ocasião da primeira acusação de homicídio,
manteve a porta aberta para este segundo assassinato. Quem garante que
essa porta, novamente aberta, não tenha como resultado uma terceira
vítima? Quero deixar claro que sou favorável a manutenção de garantias
legais na esfera criminal, pois são conquistas árduas e que em muito
contribuíram para solidificar de maneira eficaz os valores
democráticos na sociedade brasileira. Entretanto, situações como as
que foram acima retratadas nos obrigam a refletir melhor sobre suas
características e formas de aplicação.

Não podemos negar que os problemas citados anteriormente produzem no
povo brasileiro, uma sensação de verdadeira descrença no trabalho e na
capacidade da polícia em manter a ordem, bem como uma descrença no
sistema legal, que impediria a adequada punição dos criminosos. Esse
conjunto de fatores deletérios que assola o país traz consigo o
descrédito nas instituições. Existe um sentimento generalizado na
sociedade indicando que nas altas esferas dos poderes da república,
parcela significativa de seus integrantes procura satisfazer apenas
seus próprios interesses, de certo modo esquecendo que tanto a
legitimidade como a autoridade de seus cargos, em última análise,
emanam do povo brasileiro. Exagero? Segundo nota de imprensa(3), no
dia 8 de novembro de 2012 a esposa de um deputado federal foi
assaltada em Brasília, quando chegava em sua residência. Curiosamente
no dia 13 de novembro a Câmara Federal teria firmado contrato de mais
de cinco milhões de reais para prover segurança privada para todos os
blocos de apartamentos nos quais residem os deputados e familiares.
Ainda que os fatos não tivessem nenhuma relação direta entre si, é
estranho que nenhum parlamentar tenha subido na tribuna do plenário
para iniciar um debate a respeito do problema da segurança pública do
país. De fato, se até uma área rica, influente e importante, situada
dentro do núcleo de poder de Brasília precisou recorrer ao uso de
guardas particulares, o que estaria acontecendo no restante da nação?
Uma pergunta óbvia, porém, apenas para alguém disposto a olhar além da
soleira da própria porta. Um fator preocupante quando se trata desse
sentimento de falência das nossas instituições republicanas, é que de
certa maneira o judiciário está pagando pelas falhas do legislativo e
do executivo no cumprimento de suas obrigações constitucionais. E paga
um preço bem elevado! O cidadão, diante dessa violência crescente,
perde o foco quanto a omissão do legislativo em melhorar o nosso
ordenamento legal, bem como quanto a omissão do executivo na adoção de
políticas sociais e melhoria do aparato policial, pois em última
análise ele olha detidamente para o judiciário, esperando a correção
do que estava errado e desejando a aplicação da justiça. Quando não é
atendido, infelizmente o Poder Judiciário recebe a maior parte da
indignação, perdendo prestígio e respeito aos olhos do indivíduo e,
claro, da sociedade também.

Quero deixar claro que na questão da segurança pública, é evidente que
o Estado está perdendo o controle da situação. Isso é péssimo para a
sociedade. Entretanto, paradoxalmente sou de opinião que isso também é
péssimo para os próprios criminosos. Senão, vejamos. A análise do
inquérito de Trindade indica que, quando a investigação começou os
integrantes da quadrilha eram apenas suspeitos, porém, quando
terminou, eles estavam sendo formalmente acusados pelos 24 homicídios,
todos cometidos durante os oito meses de monitoramento policial.
Certamente o número e a gravidade dos delitos, são variáveis que terão
impacto significativo no cálculo da pena dos criminosos, indicando que
devem receber longas penas de prisão. Ora, não seria lícito supor que,
nesse caso, por não terem mais nada a perder, tais indivíduos
abandonariam quaisquer escrúpulos quanto ao cometimento de novos
crimes, tornando-se assim irrecuperáveis. Por outro lado, se o país
possuísse uma legislação penal mais efetiva, permitindo uma
intervenção da polícia, ministério público e judiciário logo que a
periculosidade da quadrilha ficasse evidente, com aplicação de sanção
penal adequada ao que já fora praticado, seria esperado que pelo menos
alguns dos criminosos, sentindo o peso imediato da responsabilidade
pelos atos cometidos, tenderiam a se afastar da criminalidade. Nesse
caso, com condenações menores devido a ação precoce dos agentes
públicos, seria esperado que um bom trabalho de ressocialização
surtisse efeito positivo, tornando-os receptivos e propensos ao
retorno para  convívio na sociedade. Para ilustrar melhor essa
questão, tomemos o caso da adolescente de quinze anos, acusada de
matar um turista com um tiro no peito durante assalto. O crime ocorreu
na baixada santista, em janeiro deste ano. Ela foi detida no início de
abril em Franco da Rocha, junto com dois criminosos, usando um veículo
roubado. Segundo noticiado(4), antes do latrocínio ela já tinha tido
cinco passagens pela polícia: duas por tráfico de drogas, uma por
furto e duas por receptação de motos roubadas. Ora, tudo indica que no
passado o Estado desperdiçou cinco oportunidades para realizar um
trabalho de recuperação dessa adolescente. De fato, inexistindo a
prática de atos de violência, antes de optar por medidas restritivas
de liberdade, o Estado deveria prestar apoio na tentativa de
restauração do grupo familiar em processo de desagregação, através de
projetos de educação, saúde, oferecimento de cursos
profissionalizantes, ações que, bem sucedidas, poderiam ter recuperado
a jovem e evitado no momento atual esse assassinato bárbaro de um pai
de família. Por outro lado, como o noticiário deixa transparecer que
ela não possui mais quaisquer laços com a família, convivendo apenas
com criminosos, esse processo de recuperação executado nos dias de
hoje talvez não obtenha nenhum resultado prático. Na verdade, o mais
provável é que após sair da Fundação Casa, para onde foi encaminhada
pela Justiça, essa adolescente retorne para a vida de crimes, porém,
nesse caso, tendo atingido a maioridade, será julgada como adulta,
virando estatística do sistema prisional. A dúvida que fica é se a
vida de outro pai de família terá sido ceifada quando isso acontecer.
Como se vê, na verdade o Estado espera o indivíduo atingir os últimos
estágios na vida de criminalidade, para só então atuar, e o faz
lançando-o na prisão. Portanto, não espanta o problema da superlotação
das prisões, que é um fato, porém, é mera consequência desse modelo de
segurança pública que o Estado brasileiro adotou, o qual prioriza a
prisão do criminoso e não a prevenção da criminalidade.

Essa mudança de paradigma certamente teria ótimo efeito para a
sociedade brasileira e até evitaria futuros vexames nacionais e
internacionais. De fato, não podemos esquecer que muito em breve o
Brasil vai sediar grandes eventos, e nesse caso, soa lógica a seguinte
pergunta: Do ponto de vista da segurança pública, estamos preparados?
Existem dúvidas. Reportagem da imprensa no Rio de Janeiro(5) informa
que no primeiro semestre de 2012 a polícia prendeu uma quadrilha que
aplicava golpes em turistas, roubando cartões de crédito e bancários
das vítimas. As investigações duraram entre dois e quatro meses (a
reportagem é contraditória nesse aspecto), e o número de vítimas foi
elevado, sendo que algumas só se deram conta do golpe, depois que
retornaram para casa, ao receberem a fatura dos cartões. O que vai
acontecer, por exemplo, durante a copa do mundo, nas várias cidades
escolhidas para sediar os jogos? A polícia, o ministério público e o
judiciário terão condições de dar resposta rápida para os turistas e,
é claro, também para a sociedade brasileira, quando vítimas da ação
dessas quadrilhas? Ou pelo contrário, seremos notícia internacional,
pela demora no combate ao crime e a violência?

No passado criou-se a expressão: “Que o criminoso fique certo, a
justiça chegará galopando”. Na época provavelmente o cavalo era o meio
mais rápido e eficiente de locomoção, e a frase indicava que o
criminoso seria logo alcançado e castigado segundo as leis vigentes.
No Brasil atual, tendo em vista os fatos narrados anteriormente, com
certeza a palavra “galopando”, não representa a nossa realidade. Pelo
contrário, é com tristeza que afirmo que nossa justiça parece chegar
numa cadeira de rodas, e que, em decorrência do estado de nossas vias
públicas e falta de acessibilidade nas edificações, em muitos casos,
nem chega para os criminosos.
 
Por: Flávio Roberto Bezerra Ferreira. 
 
 
 
E PHOD@-SE!!!
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terça-feira, abril 16, 2013

E o Baby de Rosemary vomita mais do mesmo...

O EX presidente Defuntus Corruptus, criticou os pedidos de recontagem de votos feitos pela oposição, pela OEA e peluzestaduzunidus, alegando que houveram fraudes no pleito Medezuelano.

Que houve fraudes, isso, o Sistema Solar sabe, agora, o que me espanta é ver a imprensa amestrada dar audiência para as críticas nada democráticas vomitadas pelos Baby de Rosemary.
Se ele viesse à público para cobrar recontagem dos votos e transparência nas eleições da Merdezuela, aí sim seria de se estranhar. As críticas do Sebento são mais do mesmo e eram esperadas até pelos que nada entendem de política.
Mas, quando um Rato Vermelho faz defesas em favor de outro Rato Vermelho, está mais do que na cara que existe trampolinagem no fato defendido.
E o mais bizarro é ver que a democrática cassassão do Bispo Reprodutor, Fernando Lugo, no Paraguai, foi motivo de gritaria e muito chororô por parte daos vermelhinhos. Entre outras coisas, falaram em truculência e manobra política para favorecer a oposição..
Mas, na Merdezuela foi diferente?

Essa cambada só vai sair do poder na bala. No voto, e na democracia, já está provado que não vai. Os mais de 50% que se opuseram ao continuísmo Merdezuelano são a prova disso.

MORTE AOS VAGABUNDOS VERMELHOS, JÁ!!!



E PHOD@-SE!!!
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E no comPTente Brasil....

Pelo andar da carruagem, e com a comPTência Brasuca em tocar obras.
Todas as intervenções urbanas projetadas para a mobilidade na Copa de 2014 ficarão prontas para a abertura da Copa de 2018 na Rússia.
Sem contar que a grana desviada daria para fazer obras até a copa de 2026.

E viva o Brasil o país dos párias de chuteiras!!!

E PHOD@-SE!!!
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Eleições na Merdezuela. Recontagem de votos? Como?

É isso aí, não tem como recontar os votos na Merdezuela, tocaram fogo nas cédulas eleitorais com urnas e tudo.
Fraude é pouco para esse comportamento, isso é crime, é estelionato é socialismo boiolivariano.
Maduro foi eleito no grito. Não é a toa que João Santana era o marqueteiro da campanha dele.
Campanha feita na base do PT, usando dinheiro e máquina pública, na truculência, no estelionato, na trampolinagem e no grito.
Mas, ao menos parte do povo VEnezuelano está nas ruas protestando.
E é assim que o socialismo irá ser instalado no continente sul amerdicano. Contando com a omissão e covardia do povo.

Ahhh...antes que uma certa blogueirinha bunda suja venha fazer presepada por conta da imagem, antecipo que peguei a mesma no Google. Sem créditos.

E PHOD@-SE!!!
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segunda-feira, abril 15, 2013

Eleições na Merdezuela + Socialismo boquirroto =

E PHOD@-SE!!!
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Ohhhhh saudade...

E eu lembro dessa frase...

Assim como lembro aquela do General  Figueiredo que dizia que os Brasileiros iriam sentir saudades dos militares...
E não é que é?

E quem é contra...

PHOD@-SE!!!
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Eleições na Merdezuela.

Finda a eleição, ficou mais do que evidente, a fraude socialista pautou o pleito.
Urnas viciadas, seções eleitorais abertas e funcionando fora de horário, cédula eleitoral com 14 vezes a imagem do cãodidato do finado Bufão Boiolivariano.
O uso da máquina pública em favor dos Boiolivarianos, e acima de tudo, a demora para dar o resultado e a ínfima diferença de 1% nos votos entre Maduro e Capriles, dão a certeza de que mais uma vez a democracia foi pisoteada pela truculência dos integrantes do Foro de San Pablo.
Assim como no Brasil, as eleições deixaram há muito de ser um ato de democracia para se tornarem uma fraude com fins de legitimar as maracutaias e trampolinagens ideológicas para transformar o continente Sul Amerdicano em um penico esquerdofrênico.
Uma pena, pois eu hoje acreditava que deixaria de chamar aquele país de MERDEzuela mas,  pelo visto, a merda ainda vai feder por mais seis anos. 
E nesse tempo, iremos ver o boçal Maduro sendo aconselhado por "pajaritos" com a cara do Hugo Chavez, como comandar aquela pocilga.

Lamentável.

E PHUED@-SE!!!
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domingo, abril 14, 2013

Joaquim Barbosa X Sorrateiros da AJUFE.

Pessoal, o que não ficou muito claro na ação do Barbosa e que até agora não foi explicado é o seguinte: A burocracia legislativa quer se expandir, pois é necessário criar empregos para filhos, netos e apadrinhados, portanto é imperioso que se criem novos tribunais regionais federais, mesmo sem se comprovar que isso resolveria gargalos existentes. O custo não importa, porque quem irá pagar é a "viúva", apesar de todos os estudos comprovarem que isso é desnecessário. Tentam passar essa aprovação por cima do STF, com auxílio dos nossos magníficos senadores que não estão aí para brincar e sim para levar a corrupção, as raias do absurdo. Daí o Barbosa ter feito uma audiência publica aberta a imprensa, que obviamente não explicou isto que estou escrevendo, porque “parece” que a mídia está “comprada”??? Acorda pessoal, o Barbosa sozinho, não dará conta. Ele precisa do nosso apoio!!!

E PHOD@-SE!!!
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Texto e imagem pegos no Feicebuqui de:
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sábado, abril 13, 2013

Se gritar pega ladrão....

Duvido muito que de em alguma coisa.  
Ainda mais quando membros da quadrilha são responsáveis pelas investigações.
Mas, mesmo assim, mantenho as esperanças em ver esta pocilga, um dia, se tornar uma nação de verdade. 
Para que isso aconteça temos que ajudar a acabar com a praga vermelha que veio ao poder apenas para roubar o povo burro e festeiro de Banânia Brasilis.


E PHOD@-SE!!!
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sexta-feira, abril 12, 2013

Ex presidente Lula vira investigado pela PF no crime do mensalão.

Na minha opinião, as investigações da polícia Federal em cima do EX presidente Defuntus Trampolineirus, não passam de um jogo de cartas marcadas.
Todo Brasuca que tenha dois neurônios em bom estado sabe que a PF é subordinada ao Ministro da Justiça.
E todo Brasuca que tenha UM neurônio intacto sabe que o Sinistro da Justiça, Eduasno Cardozo, é  baba ovo, puxa saco, bate pau e"amigo de infância" do EX presidente Sebentus.
Quem em sã consciência pode acreditar que as investigações sejam levadas à sério? E por um aborto da natureza, se forem sérias, as investigações irão dar em porra nenhuma.
É tudo muito óbvio, eles estão jogando esta conversa de investigar o Sebento para a população para mostrar uma trânsparência que não existe nestes DESgovernos.
E acima de tudo, o EX presidente aceitou ser "investigado" sem fazer muita presepada porque sabe que tudo será de faz de conta e sua absolvição e sua inocência são liquidas e certas.
Não dá para falar em investigação séria quando o chefe encarregado da polícia que vai atrás do bandidão, é amigão do meliante.
No mínimo conflitos de interesse, sem contar a safadeza habitual e trampolinagem corrupta que faz parte do DNA de TODO PTralha.
Este governo não tem autoridade moral para investigar o Sebentão. E a PF já é a Guarda Pretoriana da presidência da república.
Uma investigação séria com resultados eficientes será feita um dia, quando as Ratazanas Vermelhas deixarem o poder, por enquanto TUDO o que fizerem a respeito do mensalão, inclusive essa investigação de araque pra cima do Sebento, não passa de jogada para livrar a cara do EX presidente oficialmente. 
E em uma próxima eleição, os seus opositores não terão munição para bombardea-lo pelo crime no qual seus amigos investigaram e o inocentaram.
Esta investigação, nada mais é do que uma manobra safada para dar credibilidade e "ficha limpa" para o bebê de Rosemary.
Mutreta das brabas, isso sim!!!

E PHOD@-SE!!!
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quinta-feira, abril 11, 2013

Ela voltou!!!! E viva o DESgoverno das Ratazanas Vermelhas!!!

E o DESgoverno das Ratazanas Vermelhas consegue mais uma vez estourar o teto da meta, e a inflação "oficial" ultrapassa os 6.5%.
Mesmo com toda maquiagem nos indices, com toda tramolinagem em descontos de contas de luz, congelamento de IPI em veículos, e a "queda" mentirosa dos preços na cesta básica na base do decreto.
A inflação está de volta, e todos os brasileiros que vão aos supermercados e feiras livres sabem que os índices oficiais são mentiras desesperadas de um DESgoverno incomPTente que torra bilhões de Reais para construir estádio de futebol e outros tantos bilhões na corrupção oficial da República Sindical.
E o Sinistro Margarina vem à TV e fica patinando em desculpas desconexas e esfarrapadas.
Passou da hora deste povo acordar, mas o consumo continua em alta, e o Brasuca que nunca foi muito responsável com o próprio dinheiro vai amargando altas de preços que vão corroendo os salários. 
E se seguir nesta batida, uma hora o povo vai entender que a farra está no fim.


E PHOD@-SE!!!
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quarta-feira, abril 10, 2013

Zé Dirceu tem mais credibilidade que Marcos Valério?

Interessante, a canalha PTralha vive em tentar desacreditar as declarações que Marcos Valério deu à justiça envolvendo o EX presidente Defuntus da Rosemary, na chefia do crime julgado pela ação penal 470.
Para as Ratazanas Vermelhas, as declarações de Valério não podem ser levadas à sério por ser o declarante um réu condenado no caso do Mensalão. 
Portanto, sua credibilidade fica fora de questão. Só por ser o réu, um condenado desesperado por livrar a própria cara.
Agora, o outro vagabundo condenado no mesmo crime, por ser da cangalha dos quadrilheiros vermelhos, vem a público e vomita insanidades, entre elas, acusa o Ministro FUX de ter dito à ele, Dirceu, que se fosse indicado para o STF iria votar pela absolvição.
Ou seja, Dirceu Borboleta é um réu condenado, mas suas declarações são mais sérias e tem mais credibilidade que as do seu antigo "sócio" e operador do esquema.
E a imprensa amestrada fica dando audiência para o Ratão Vermelho e desacreditando o Ministro. Essa cangalha de jornaleiros de esquerda deveriam ser enforcados por má fé e estelionato ideológico em praça pública com suas canetas enfiadas no "oco". Felasdumapota!!!!

E de mais a mais, se o Ministro FUX fez esse tipo de declaração, ele fez o jogo PTralha.  O Mundo sabe o quanto são antiéticos os Ratos Vermelhos quando se trata de manutenção do poder, talvez o Ministro Fux, tenha dado uma boa dose do próprio veneno ao Ratão Vermelho.

E no mais, eu aqui quero ver esse pulha PTralha em cana.

E PHOD@-SE!!!
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