* Democracia neste país é relativa, mas corrupção é absoluta *

* Democracia neste país é relativa, mas corrupção é absoluta *
"PIMENTORIUM IN ANUS OUTREM REFRESCUS EST"

quarta-feira, outubro 24, 2012

Votar é preciso. III

Só para esclarecer uma coisa.
Muita gente veio aos comentários, ou enviou E-Mails apoiando a idéia de que quem anula o voto não tem o direito de reclamar depois das eleições.
Bem, pelo entendimento do Tribunal Eleitoral, o voto NULO é o protesto do eleitor que não aceita os candidatos, ou o modelo eleitoral.
O voto nulo é uma forma de exercer a cidadania. E é assim que a justiça eleitoral entende.
O voto em branco é que significa que o eleitor que "branqueou" o voto, deu o recado de que para ele tanto faz quem vença as eleições.
A diferença entre o branco e o nulo é justamente o ato de protestar, votar em branco não é protesto, é aceitar qualquer resultado. Anular o voto ou se abster de ir votar é uma forma de passar o recado de que aquela parcela da população não está satisfeita com o que se apresenta. E isso  democraticamente tem que ser respeitado.
O problema de alguns PSDBistas, é que quanto mais brancos ou nulos acontecerem nas eleições é perda certa para a turma tucana.
Uma vez que para os PTralhas qualquer candidato que se apresentar será votado de acordo com as ordens do "coroné" Sebento. E aí está a diferença que faz com que o PT tenha força eleitoral, a militância  e seus eleitores votam em qualquer um desde que seja da quadrilha. 
Para os Tucanos que não tem militância e seus eleitores na maioria votam contra o PT, qualquer outro tipo de manifestação democrática que não seja o voto no candidato Tucano, será fatal.
Felizmente a democracia ainda nos proporciona o direito de protestar, quem não concorda com o modelo eleitoral, ou com os candidatos que se apresentaram para as eleições podem SIM anular seu voto sem  o risco de serem taxados de covarde, ou que sua manisfestação seja anti democrática.
É muito melhor anular o voto do que eleger um traste. Agora, se o PT se beneficia dessa situação, paciência, nós que não concordamos com o sistema não podemos ser penalizados ou sofrer qualquer tipo de retaliação, porque os opositores do PT são simplesmente patéticos.
A única situação em que o voto branco ou nulo interfere no resultado da eleição é no coeficiente eleitoral. Quanto mais brancos, abstenções e nulos forem computados, menor é a quantidade de votos no coeficiente eleitoral para eleger algum candidato. Mas aí também já é um exagero. Pois, os partidos lançam milhares de candidatos sem a minima condição de chegar à eleição, mas os votinhos desse pessoal entram no bolo do partido, e alavancam o coeficiente eleitoral e consequentemente "jogam para cima" as raposas de sempre.
Esse modelo, aliado às duvidosas urnas eletrônicas, é a prova que esse sistema eleitoral é viciado e o eleitor, na verdade, é apenas um detalhe,  já que a vontade dele muito poucas vezes é respeitada.
E eu jamais votaria na base do voto útil para combater o candidato das Ratazanas Vermelhas. Se a oposição é bunda mole e fraca, problema dela.
É certo que eu não gostaria de ver o MeninoMalufinho eleito em SP, mas a culpa dessa situação é do povo burro, festeiro, noveleiro e futeboleiro  que não sabe ligar lé com cré e acaba votando no "filho" do Sebento. E não tem kit gay ou mensalão que de jeito, isso porque a oposição teve oito anos para bater no Sebento e na Dentuça, mas preferiram a clássica pose de lordes Ingleses, e agora que a casa tá caindo é que resolveram entrar na briga...Infelizmente parece que é tarde demais.
E cá entre nós...o Serra também hein? Não tem c* que aguenta aquela cara de cachorro que caiu do caminhão de mudança. Esse cara já deveria estar aposentado há tempos.
 
Pobre São Paulo.


E PHOD@-SE!!!
..................................................

Share/Bookmark

Um comentário:

O Libertário disse...

E se você quer saber, a maioria do populacho aparvalhado desconhece o kit gay. Já fiz vários testes e o desconhecimento é quase total. Quando ficam esclarecidos são tomados de raiva e nojo. Eis aí; fazer o quê?