* Democracia neste país é relativa, mas corrupção é absoluta *

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"PIMENTORIUM IN ANUS OUTREM REFRESCUS EST"

quinta-feira, maio 19, 2011

Agora nóis vai enricá.

 ::::::: ACREDITE SE QUISER ::::::
A Profa. Amanda Gurgel recebe R$ 930,00 por mês para lecionar.
A Profa. Helena Ramos recebeu R$ 700.000,00 pelo livro "Por uma Vida Melhor".
A ONG Ação Educativa recebeu R$ 5.000.000,00 pelos direitos do livro.
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E ainda o povo brasileiro tem a petulância de achar que é esperto.
Acredito que se algum pesquisador fizer um estudo comportamental do povo brasileiro certamente vai encontrar algum desvio de caráter.
O Brasil é o país que tem a maior população de idiotas do universo!!!
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7 comentários:

Celso disse...

E a cantora... 1 milhão e porrada... prá fazer poesia.
Poesia? ...eheh..

Anônimo disse...

Vergonha pouca é bobagem...

Ajuricaba disse...

Matou o assunto meu caro mercador ambulante. Nessa escala, como fazer a população se elevar na vida?

Ajuricaba disse...

By the way: vou dar uma kibada básica. Rs rs

Anônimo disse...

Faltam outras parcela. A UFRN, responsável institucional pela aprovaçao, levou, no mínimo, R$ 2 milhões e cada membro ganhou extra não menos de R$ 3 mil por dois dias apenas folheando tudo, quando, quiçao, assinou tudo sem nem isso. Mais ainda: se bem pesquisado, não torna tão impossível que alguns desses docentes tenham ganhado já fábulas extra para participar de correções de redação do vestibular, quando zera prova de todo que ¨inscreve tá qual¨. Mais um pouco possível ainda: alguns desses ¨diproma¨ docente induzindo fazer tais coisas em sala de aula, sabendo que isso só vai acontecer se estiver ¨insinando¨ em rede pública, já que se fizer na privada alguém vai puxar a descarga e jogá-lo no meio da rua.

Anônimo disse...

Eu pediria que tirasse o jumento dessa história. Já criei muitos e nem se meteria fazer tais coisas com esse, posto que, levaria um coiçe nas ventas.

Anônimo disse...

O PLATÃO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS ENTREVISTA DOCENTE CORRETOR DE REDAÇÃO


O senhor trabalha em universidade pública e participa corrigindo redações. O quê o senhor acha de ensinar errado?
- Veja bem. Nós só temos algo próximo de 5 mil vagas e precisamos, para haver alguma lucratividade, de uns 50 mil candidatos. Se todos tivessem um conhecimento médio em linguagem seria impossível corrigir tantas provas, exigindo uma quantidade imensa de pessoas quando queremos até que os ganhos disto sejam apenas para uma meia dúzia. E mesmo que o sistema pague um extra fabuloso, enquanto de cada 100 redações mais de 90% zerando logo na primeira frase, fica tudo maravilhoso.

Como o senhor também trabalha formando docente, você induz que esses ensinem tal qual indica a professora no seu livro?
- Com certeza!!! Até, como já mostrei, para que fique mais fácil ganharmos um extra sem muito esforço. Além disto, o que temos na rede pública são aluno sem a mínima condições de aprender nada e a única coisa a se fazer é ensinar o que esses já sabem.

Mas, como o senhor tem tanta certeza de que os seus alunos não serão também docente da rede privada?
- Quem quer isso, vai estudando por fora e não espera pelo que não terá. Além do mais, na rede privada tem que exija e fique vigiando tudo que ele faz na sala de aula. Já na pública, é só fechar a porta e fazer o quiser e como quiser, sem que deva qualquer satisfação a seu ninguém, bastando, óbvio, que tenha certas amizades e não se meta, fora elogiar, com o que os demais estão fazendo.