* Democracia neste país é relativa, mas corrupção é absoluta *

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"PIMENTORIUM IN ANUS OUTREM REFRESCUS EST"

quinta-feira, abril 30, 2009

PÔTAQUEPAREU!!! Parte II

Repasso, como recebi: "SINISTRO" É POR MINHA CONTA!!!
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A filhinha do "SINISTRO".
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A filhinha de SINISTRO. do STJ é beneficiada numa maracutaia imoral, deixando para trás cerca de 300 candidatos aprovados em concurso.
Depois ficam reclamando que os bandidos estão dominando o país. Que bandidos?
Glória Maria Lopes Guimarães de Pádua Ribeiro Portella, filha do SINISTRO do STJ Antônio de Pádua Ribeiro, aquela que entrou com queixa de assédio sexual contra o SINISTRO do STJ Paulo Medina, acaba de conseguir uma decisão na justiça federal que é uma imoralidade e um desrespeito sem tamanho ao direito de candidatos a concursos públicos.
O processo é a ação ordinária Nº 1998.34.00.001170-0 classe 1300, que está no Tribunal Regional Federal da 1ª região (
http://www..trf1.gov.br/).
Autora: Glória M P Ribeiro e Rés: a União Federal e a Fundação Universidade de Brasília.
Glória Maria fez concurso público pela Cespe-Unb para o cargo de técnico-judiciário, área-fim em 27/05/95 para o STJ, onde seu pai é SINISTRO.
Foi reprovada na prova objetiva. Entrou com uma ação cautelar e, adivinhem, obteve liminar. Fez a prova da segunda fase, a prova discursiva. Foi reprovada novamente.
Entrou com nova ação para ver seus pontos aumentados.
Adivinhem: ganhou nova liminar e mais: foi "nomeada provisoriamente" e está ganhando esse tempo todo no tribunal do papai (desde 1995!).
Detalhe: Havia tirado 13,45 pontos e pediu que esses pontos fossem elevados a 28,22.
Parece brincadeira, mas conseguiu. Seus pontos foram elevados num passe de mágica.
O caminho das pedras foi arranjar um "professor particular" (isso mesmo!) que corrigiu sua prova, para quem estava tudo mais que certinho, e praticar o tráfico de influência de seu pai SINISTRO, Antônio Pádua Ribeiro.
Aí veio o julgamento do mérito do caso. O juiz federal de Brasília (1ª Instância), José Pires da Cunha, não caiu nessa e refutou o pedido, que considerou ilegal e imoral e ainda condenou Glória Maria Pádua Ribeiro, nas custas e honorários de R$10.000,00 (ainda existem juízes!), mas houve recurso ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região e, adivinhem, os juízes Fagundes de Deus, João Batista e Antônio Ezequiel louvaram a candidata, analisaram tim-tim por tim-tim sua prova e aprovaram-na com louvor!
Debalde a Universidade de Brasília (UNB) peticionou dizendo que a prova foi igual para todos e não seria justo que um professor escolhido pela candidata corrigisse sua prova, a não ser que o mesmo professor corrigisse a prova de todos. Não é justo?
A UNB argumentou que, pela jurisprudência, o judiciário não corrige provas de concurso, devido à independência das banca e porque senão a Justiça não faria mais nada, a não ser se transformar numa super-banca dos milhares de concursos.
Todo mundo sabe o que houve nos bastidores.
Houve apostas no meio jurídico se a "banca Pádua Ribeiro" iria conseguir.
Veio agora recentemente a sentença do TRF 1ª Região, 5ª Turma, que é mais um descalabro, mostrando a necessidade do controle externo.
Pádua Ribeiro e sua patota espoliaram o verdadeiro dono da vaga, que disputou em igualdade de condições e passou.
Passou e foi preterido! Glória Maria de Pádua Ribeiro ganhou no tapetão sujo do tráfico de influência.
De 13 pontos passar a 28, quando um décimo (veja bem: um décimo) já elimina muitos candidatos!
A sentença analisa as preposições, as conjunções, a virgulação, a ortografia da redação, acatando a tese da "banca Pádua Ribeiro"..
Nem tudo está perdido. Existe recurso para o STJ, e todos esperam que a União Federal, a Advocacia da União e o Ministério Público Federal não fiquem coniventes.
Se Glória Maria Pádua Ribeiro perder a causa, perde o cargo e o verdadeiro dono da vaga, pobre mortal sem padrinhos, será chamado.
E agora vem a chave de ouro, a deixar claro que este País não é sério mesmo.
O mesmo Pádua Ribeiro, SINISTRO do STJ, pai da falcatrua acima relatada e de muitas outras praticadas por sua mulher, a famosa "Glorinha", está prestes a assumir o cargo de Corregedor do Conselho Nacional de Justiça (o chamado controle externo), conforme noticiado nos jornais.
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Parece gozação!...
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Divulguem. Vamos acabar com essa pouca vergonha!
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Sobre este caso:
STJ não tem servidores nomeados ilegalmente
E-mail anônimo tem circulado afirmando que a servidora do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Glória Maria Lopes Guimarães de Pádua Ribeiro Portella foi nomeada de forma ilegal sem ter se submetido a concurso público. A notícia, porém, não é verdadeira. A referida servidora foi nomeada após ter sido aprovada em concurso público realizado pelo Cespe da Universidade de Brasília (UnB), disciplinado pelo Edital nº 1/99-STJ, de 24/08/1999. A sua nomeação foi efetivada pelo Ato STJ nº 10, de 28/01/2000 (in Diário da Justiça de 1º/02/2000 e Boletim de Serviço 04/2000), observada rigorosamente a ordem de classificação. O autor do e-mail anônimo, inclusive, já foi identificado pela Polícia Federal. Trata-se do desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal que, após o fato, pediu aposentadoria e encontra-se respondendo processo proposto pelo Ministério Público Federal. A denúncia foi aceita pelo juiz federal e está em curso na 10ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reafirma a sua condição de “Tribunal da Cidadania” e não possui em seu quadro permanente de pessoal nenhum servidor que não tenha sido nomeado em estrita observância à lei. Mais informações podem ser obtidas no Processo nº 2006.34.00.037943-1 da Justiça Federal – Seção Judiciária do Distrito Federal.
Do portal do STJ.
Agora, em quem acreditar?
No STJ, ou no desembargador que fez as denúncias?

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3 comentários:

ALBERTO FIGUEIREDO disse...

Em nenhum dos dois, esta tudo podre.
Se o STF é a imagem de um bordel de onde saem habeas corpus preventivos para tudo que e ladrão rico do Brasil e de fora? Alguem ainda acredita que exista moral, honra e ética em qualquer poder no Brasil?
Se existir, que vá para a p.q.p.junto com os togados bandidos.

J.Sebastião disse...

O ministro Joaquim Barbosa, que na semana passada bateu boca com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) na Corte, voltou ontem a participar dos julgamentos plenários. A reestreia ocorreu na votação da ação movida pelo PDT com o objetivo de derrubar a Lei de Imprensa.

Barbosa foi o primeiro ministro do STF a votar contra a derrubada integral da lei, quando o placar marcava cinco a zero. Ele criticou a concentração das empresas de comunicação nas mãos de grupos hegemônicos. Segundo o ministro, essa concentração "é algo extremamente nocivo para a democracia".

Barbosa disse ainda que a imprensa "pode ser destrutiva". "A imprensa pode destruir a vida privada de pessoas", afirmou. Para o ministro, quanto maior o alcance do veículo que Mariângela Gallucci, O Estado de São Paulo

"O ministro Joaquim Barbosa, que na semana passada bateu boca com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) na Corte, voltou ontem a participar dos julgamentos plenários. A reestreia ocorreu na votação da ação movida pelo PDT com o objetivo de derrubar a Lei de Imprensa.

Barbosa foi o primeiro ministro do STF a votar contra a derrubada integral da lei, quando o placar marcava cinco a zero. Ele criticou a concentração das empresas de comunicação nas mãos de grupos hegemônicos. Segundo o ministro, essa concentração "é algo extremamente nocivo para a democracia".

Barbosa disse ainda que a imprensa "pode ser destrutiva". "A imprensa pode destruir a vida privada de pessoas", afirmou. Para o ministro, quanto maior o alcance do veículo que transmite eventual injúria, calúnia ou difamação, maior o dano à pessoa atingida.

Fernando disse...

J. Sebastião
Concordo com sua opinião, os veículos de comunicação estão entregues à grandes grupos com influência sobre os deputados e senadores, além de formarem opinião.
Mas uma TV não é concessão do governo?
Então por que o governo não acaba com a bandalheira e dá um breque nestes absurdos?
Um grupo tem direito de transmissão e aluga à sua concessão para outro grupo religioso fazer pregações e com isso todos ganham dinheiro, menos o dono das concessões que é o governo.
Percebe que neste Brasil de Cabral a coisa funciona errada desde sempre?
E não vai ser este governo que irá mudar essa situação.
Mas. me responda uma coisa, qual é a alegação dos deputados e senadores em fazer horário eleitoral apenas nas TVS abertas, e nas TVs legislativas não se cumpre essa regra. Dois pesos e duas medidas, ou apenas o jogo de interesse financeiro?
Falar mal da Globo virou lugar comum no Brasil, mas todo mundo assiste.
Cultura meu caro...cultura, é isso que falta neste país.

Quanto ao bate boca entre ministros, isso é Brasil, um país onde gente que deveria dar o exemplo, faz barracos ao vivo e a cores.ç
Joaquim barbosa é questão de tempo para espirrar do STF, é esperar para ver.