* Democracia neste país é relativa, mas a corrupção é absoluta *

* Democracia neste país é relativa, mas a corrupção é absoluta *
QUANDO A POLITICA INTERFERE NA JUSTIÇA NADA MAIS FAZ SENTIDO

terça-feira, setembro 16, 2008

Assim não dá para levar a sério.



Com candidatos como esses quem vai levar eleições a sério?
E isto é apenas uma pequena amostra do universo de candidatos sem noção que tentam infestar a política do Brasil.
Está mais do que na cara que esses aventureiros querem apenas "se arrumar" em um cargo público.
Agora dá para entender a política no Brasil, tem muito idiota com mandato público fazendo leis e mexendo com nossas vidas.
Eleição é coisa séria, e enquanto os próprios candidatos se comportarem dessa forma, não tem eleição que dê jeito neste Brasil.
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segunda-feira, setembro 15, 2008

Já era de se esperar.

Do Blog Resistência Democrática
.Caso fossem divulgados oficialmente, os conteúdos de três discos rígidos (HDs) de computadores apreendidos na Operação Satyagraha seriam elementos suficientes para derrubar o governo – por mais popular que ele seja ou esteja.
O delegado Protógenes Queiroz já advertiu ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, que guarda, a sete chaves, muitas informações comprometedoras, acompanhadas das devidas provas.


Era de se esperar que acabaria aparecendo alguém mais nessa sujeirada toda do Daniel Dantas, não é possível que uma pessoa com a influência que ele tinha em Brasília, não tivesse nenhum tipo de negociação com a quadrilha que comanda o Brasil, afinal os PTralhas fazem qualquer negócio, eu disse QUALQUER NEGÓCIO, para se manterem no poder ou até mesmo chegarem a ele.
O estranho de tudo isso, coisa que eu cansei de comentar com meus amigos, era que o delegado foi afastado das investigações com as desculpas mais esfarrapadas do mundo e foram abafando o caso até ele desaparecer da mídia, o Daniel Dantas é o boi de piranha, o Protógenes levou um sonoro "cala boca", e a turma de amigos do Rei e o próprio Rei estão rindo a toa.
Eu disse no Blog do Azenha e quase fui linchado por isso: O delegado Protógenes chegou perto demais do Presidente da República, a investigação dele bateu no terceiro andar do Planalto e a turma lá se mexeu e ele dançou.
É isso aí, o homem tem carta na manga, o DD é o bode expiatório e o Molusco continua em alta, e agora eu pergunto: Até quando o Brasil vai viver nesse faz de conta?

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Apenas falando a verdade.

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Esse vídeo de 1997 fez parte da campanha publicitária da Folha de São Paulo.

"Um jornal que nunca se vende" ..... Será?

A mensagem é bem atual, mesmo tendo passado mais de 20 anos desde sua criação.
Uma mentira contada mil vezes acaba se tornando verdade.

QUALQUER SEMELHANÇA É MERA COINCIDÊNCIA.




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Para pensar durante a semana

QUERO VOLTAR A SER FELIZ.

Fui criado com princípios morais comuns.


Quando criança, ladrões tinham a aparência de ladrões e nossa única preocupação em relação à segurança era a de que os “lanterninhas” dos cinemas nos expulsassem devido às batidas com os pés no chão quando uma determinada música era tocada no início dos filmes, nas matinês de domingo.
Mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos eram autoridades presumidas, dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos, e/ou mais velhos, mais afeto.
Inimaginável responder deseducadamente à policiais, mestres, aos mais idosos, autoridades.
Confiávamos nos adultos porque todos eram pais e mães de todas as crianças da rua, do bairro, da cidade.
Tínhamos medo apenas do escuro, de sapos, de filmes de terror.
Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo que perdemos. Por tudo que meus netos um dia temerão.
Pelo medo no olhar de crianças, jovens, velhos e adultos.
Matar os pais, os avós, violentar crianças, seqüestrar, roubar, enganar, passar a perna, tudo virou banalidade de notícias policiais, esquecidas após o primeiro intervalo comercial.
Agentes de trânsito multando infratores são exploradores, funcionários de indústrias de multas.
Policiais em blitz são abuso de autoridade.
Regalias em presídios são matéria votada em reuniões.
Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos.
Pagar dívidas em dia é bancar o bobo, anistia para os caloteiros de plantão.
Não levar vantagem é ser otário.
Ladrões de terno e gravata, assassinos com cara de anjo, pedófilos de cabelos brancos.
O que aconteceu conosco?
Professores surrados em salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas.
Crianças morrendo de fome!
Que valores são esses?
Carros que valem mais que abraço, filhos querendo-os como brindes por passar de ano.
Celulares nas mochilas dos recém saídos das fraldas.
TV, DVD, vídeo-games...
O que vai querer em troca desse abraço, meu filho?
Mais vale um Armani do que um diploma.
Mais vale um telão do que um papo.
Mais vale um baseado do que um sorvete.
Mais valem dois vinténs do que um gosto.
Que lares são esses?
Jovens ausentes, pais ausentes. Droga presente.
E o presente? Uma droga! O que é aquilo?
Uma árvore, uma galinha, uma estrela, ou uma flor?
Quando foi que tudo sumiu ou virou ridículo?
Quando foi que esqueci o nome do meu vizinho?
Quando foi que olhei nos olhos de quem me pede roupa, comida, calçado sem sentir medo?
Quando foi que me fechei?
Quero de volta a minha dignidade, a minha paz.
Quero de volta a lei e a ordem.
Quero liberdade com segurança!
Quero tirar as grades da minha janela para tocar as flores!
Quero sentar na calçada e ter a porta aberta nas noites de verão.
Quero a honestidade como motivo de orgulho.
Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olho no olho.
Quero a esperança, a alegria.
Quero a vergonha, a solidariedade.
Teto para todos, comida na mesa, saúde a mil.
Quero calar a boca de quem diz: “ a nível de”, enquanto pessoa.
Abaixo o “TER”, viva o “SER”!
E viva o retorno da verdadeira vida, simples como uma gota de chuva, limpa como um céu de abril, leve como a brisa da manhã! E definitivamente comum, como eu.
Adoro o meu mundo simples e comum.
Ter o amor, a solidariedade, a fraternidade como base.
Vamos voltar a ser “gente”?
A indignação diante da falta de ética, de moral, de respeito...
Discordar do absurdo.
Construir sempre um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas espeitem as pessoas.
Utopia? Não...
...se você e eu fizermos nossa parte e contaminarmos mais pessoas, e essas pessoas contaminarem mais pessoas..
...hein?
Quem sabe?... Melhoraremos o mundo.

(Autor desconhecido)

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