* Democracia neste país é relativa, mas corrupção é absoluta *

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"PIMENTORIUM IN ANUS OUTREM REFRESCUS EST"

sábado, setembro 12, 2009

Petrobras, Privatização JÁ!!!!

"No monopólio o produtor é o senhor e o consumidor, o escravo."
Milton Friedman, prêmio Nobel de Economia.
Ouvi, em 1992, da boca do próprio e saudoso Friedman este brocardo, num seminário internacional na Cidade do México, referindo-se à monopolista PEMEX - Petróleos Mexicanos S.A..
Mauro Santayana, além de comunista, é burro e completamente ignorante em economia, finanças e contabilidade.
Em seu artigo abaixo, "Quem tem medo da Petrobras", confundir o privilégio monopolista da Petrossauro com eficiência e boa administração é coisa de néscio, oligofrênico e ignorante.
Com seu estúpido privilégio monopolista, a Patrossauro dá-se ao luxo de ser um vasto e corrupto cabide de empregos e ainda apresentar alto lucro. Há meio século a empresa rouba o povo brasileiro, que, além disso, é roubado pelo governo, com carga tributária de 40%, quando a média dos países emergentes é de 25%. E o povo recebe péssimos e escassos serviços em educação, saúde e saneamento básico, razão da pobreza e ignorância da maioria.
Disto resulta que o salário real do povo perde enorme parte de seu poder de compra, empobrecendo-o ainda mais.
A Petrossauro vende seus derivados de petróleo a preços muito elevados, protegida que é da concorrência nacional e estrangeira no mercado. Esses derivados muito caros inflacionam o custo de transporte de cargas, de transporte urbano em ônibus -- com diesel de péssima qualidade, que envenena, literalmente, o ar das cidades brasileiras, matando muita gente de doenças cárdio-respiratórias. Além de os caros derivados elevarem os custos industriais de todos os produtos que têm matéria-prima provinda do petróleo.
Significa roubo descarado e perverso ao povo. Como as massas populares são ignorantes, não exercem pressão política para acabar com o estúpido monopólio de petróleo e com o gigantismo do governo para reduzir os impostos à metade.
E vem Mauro Santayana, no artigo abaixo, propor nova campanha de "O petróleo é nosso", repetindo uma das mais imbecis manifestações das elites brasileiras, completamente ignorantes em economia. O petróleo nunca foi "nosso" (do povo). É dos "petroleiros" da Petrossauro, hoje em dia dos sindicalistas petralhas (do PT) e dos políticos que mandam na Petrossauro. "Nosso(a)" mesmo, do povo, é a obrigação de ser roubado em metade do poder de compra de seu salário em vista dos altos preços dos derivados da Petrossauro.
Álvaro P. de Cerqueira



Quem tem medo da Petrobras

Por Mauro Santayana

Os mesmos jornais que atacam a Petrobras revelaram, ontem, que a empresa foi, entre as não financeiras, a mais lucrativa das Américas, no segundo trimestre deste ano. Isso comprova que está sendo bem administrada. No passado se dizia que o melhor negócio do mundo era uma empresa de petróleo, e que o segundo melhor negócio do mundo continuava sendo uma empresa de petróleo, mesmo mal administrada. Se a Petrobras foi a empresa mais lucrativa da América – e na mesma lista não se encontram outras empresas petrolíferas – reforça-se o êxito da empresa criada por Vargas. Não há por que apelar para o concurso das petrolíferas estrangeiras na exploração do pré-sal. O contrário é que é o certo, e a Petrobras tem participado, com êxito, da exploração de petróleo no exterior, principalmente em associação com empresas também estatais.

Defensor da iniciativa privada, o ex-ministro Delfim Netto prefere não distinguir as empresas estatais das empresas privadas, senão pelo fato de serem bem ou mal dirigidas. A Petrobras, mesmo em seus anos piores, tem sido bem administrada porque, se os diretores nomeados falham, o corpo histórico de técnicos e administradores sabe cumprir seu dever e resistir – como resistiu ao golpe de 1997, perpetrado com a legislação conseguida pelo presidente Fernando Henrique, ao desfigurar a grande empresa.

Se os mais jovens soubessem que a Petrobras tem sido, desde suas primeiras horas, vitória da pertinácia nacional, estariam nas ruas, como estiveram seus pais e avós, repetindo o slogan poderoso de há mais de 50 anos: o petróleo é nosso. Ao reservar para o povo brasileiro o óleo fora das áreas de concessão, infelizmente já outorgadas aos estrangeiros, o atual governo volta sim, ao passado, como é da conveniência de nosso povo. Os que promoveram a amputação da Petrobras, durante o governo dos tucanos de São Paulo, voltam a se mobilizar contra o projeto do governo federal. O governo Lula está agindo constitucionalmente. Apesar de todos seus esforços, o senhor Fernando Henrique não chegou a quebrar o monopólio da União sobre o petróleo. Falam hoje da necessidade de que haja discussão, como se a sociedade, que se manifestou como pôde em defesa da estatal, tivesse sido ouvida em 1997, quando o governo repetia, com entusiasmo, o pensamento único neoliberal, e contava com a grande mídia para impô-lo ao Congresso e aos “formadores de opinião”. Convém que as normas do processo se definam imediatamente. Não há melhor momento para começar a construção do futuro do que agora.

Mesmo que haja excesso de otimismo com relação às jazidas do pré-sal, será imperdoável erro histórico não viabilizar a exploração das novas reservas. Todos os argumentos dos oposicionistas não dissimulam os interesses que se encontram por detrás de seus atos. Tal como no passado, começam a surgir institutos, associações e movimentos, com seus “consultores”, para contestar o controle da exploração do petróleo pelo Estado. Há quem diga que o petróleo não tem futuro. Se não tem futuro, tem presente. É pelo petróleo que os norte-americanos estão matando e morrendo no Iraque e no Afeganistão.


Os textos reproduzidos acima foram recebidos por E-Mail e com a autorização do Álvaro estou postando no Blog.

É um tema que causa muita tensão entre os "defensores" do monopólio e da estatização, e os que acreditam na livre iniciativa e na concorrência para um melhor atendimento do consumidor.

Se a Petro é uma empresa eficiente e lucrativa, então porque de pagarmos hoje no Brasil a gasolina mais cara do planeta?

Simples.

Falta concorrência para regular o mercado e favorecer o consumidor.

E com isso a Petro vai se agigantando e favorecendo apenas os Petroleiros, os sindicalistas, e a tchurma PTralha, e o povão se quiser gasolina, que pague sem chiar.

PETROBRAS, PRIVATIZAÇÃO JÁ!!!!



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